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– Identifying tools for different polishing compoundsIdentificação de ferramentas para diferentes sabões de polimento

– when polishing we use different compounds, starting with a rougher, pre-polish, compound to remove sanding paper scratches and fire scale that forms while soldering. This compound is brown in colour as is also known as tripoli.

We then move on to other compounds with an increasingly finer grain. For silver I use the green compound for polishing followed by the red one, called rouge, for shine. For other metals there are specific products, each with a specific colour – blue, white, etc.

The problem is that polishing tools – felt tips, brushes, pompons – are the same for all compounds but it’s not a good idea to use the same one all the way through. Ideally we use a different set for each compound.

To avoid confusion I have a very simple technique to tell my tools apart: I paint a line in each one using a different colour nail polish for each corresponding polishing compound. In my case, pink for tripoli, green for green and red for rouge (I should get a brown one but that’s what I had available and it still works).

You don’t need nail polish for this. Any paint that sticks to metal will work and like this you can easily avoid getting your rouge pompon dirty with green polishing compound by mistake.

IMG_0343.JPGAo polir utilizam-se diversos sabões de polimento, começando com um mais grosseiro de pré polimento, que tira os riscos da lixa e a mancha cinzenta que se cria ao soldar. Este é o sabão castanho, também conhecido por tripoli.

Depois vai-se passando para outros produtos com um grão cada vez mais fino. No caso da prata, utiliza-se o verde para polir e por fim o vermelho, também conhecido como rouge, para dar lustro. Para outros metais há produtos especà­ficos, cada um com uma cor – branco, azul, etc.

O problema é que as ferramentas de polimento – pontas de feltro, escovas, pompons – são as mesmas para todos os produtos mas não convém usar a mesma do princà­pio ao fim. O melhor é mesmo ter um conjunto para cada um dos produtos.

Para não confundir as ferramentas, utilizo uma técnica muito simples para as identificar: marco cada uma com uma tira de verniz colorido – no meu caso, rosa para o sabão castanho, verde para o verde e vermelho para o vermelho (porque era os que tinha à  mão).

Não é preciso usar verniz das unhas. Qualquer tinta que agarre bem ao metal serve para este fim e assim evitamos sujar o pompom do lustro final com sabão verde por engano.

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Tiago no segundo ano

O meu filho cresce a uma velocidade alucinante. De tal forma que sem dar por isso já está no segundo ano do ensino básico, anteriormente conhecido por segunda classe – o que, diga-se de passagem, era muito mais rápido.

IMG_0337.JPGInfelizmente, por diversos motivos, o primeiro ano não correu da melhor maneira. Passou de uma escola privada onde era apaparicado, para uma escola pública onde teve o azar de calhar numa turma com cinco meninos bastante problemáticos. Um deles fazia birras de se atirar para o chão e batia em todos, os outros eram incapazes de se comportar na sala, e o nà­vel de ruà­do e confusão eram de tal ordem que a professora passou o ano a fazer relatórios e lá conseguiu que este ano dois dos meninos fossem transferidos para outra escola.

Espero que este ano corra melhor, mas o princà­pio está a ser complicado. Na primeira semana a professora fez fichas de diagnóstico e o Tiago teve negativa a Português. Fui avisada logo no dia da ficha porque a professora não gostou, e com razão, da atitude do Tiago, que lhe entregou a ficha dizendo ‘toma, podes-me dar negativa, não quero saber.”

Não querendo desculpar um comportamento indesculpável, acho que a atitude dele passa mais por sentir que não consegue estar a tentar adiantar-se ao falhanço do que efectivamente não querer saber. De qualquer forma era uma atitude e resultado preocupante, pelo que foi castigado, ficando sem jogos durante uma semana, e instituà­mos a leitura e escrita diária obrigatória, independentemente dos trabalhos de casa.

Já deviamos ter feito isto há mais tempo e o resultado actual é tanto culpa nossa como dele, mas ele reagia tão mal quando puxávamos um pouco mais por ele, ficava a tremer e a chorar, que eu não tinha coragem para prolongar aquele sofrimento por muito tempo.

No fim de semana passado ele tinha como TPC um ditado para estudar. Por azar coincidiu com duas festas de aniversário a que tive de levar a Joana e tive pouco tempo com ele. O pai ajudou-o mas mesmo assim foi pouco o tempo passado a estudar o texto. Como resultado, na segunda feira veio para casa o ditado com 14 erros.

O exercí­cio desse dia foi escrever no quadro cada uma das palavras com erros até acertar, mas já percebi que ele tem certas falhas que faz constantemente, por mais que eu explique como é e a lógica da coisa, ele não parece ser capaz de fixar. No momento corrige mas no dia seguinte já está a fazer o mesmo erro outra vez.

Este fim de semana tinha novo ditado para estudar. Desta vez fui impiedosa e repetimos ditado seguido de correcção das palavras, vezes sem conta. Repetia o ditado, estava quase tudo na mesma outra vez, voltávamos a fazer.

à€s cinco da tarde de domingo, o melhor que consegui foi que descesse de 17 erros para 6 mas continuo pouco confiante no resultado de amanhã. Ainda vamos repetir a coisa mais uma ou duas vezes, mas duvido que melhore muito mais. Um dia não dá para tudo.

Vamos continuar a treinar, diariamente, repetir as palavras mais problemáticas e espero que a coisa ainda melhore antes do teste do primeiro perà­odo, senão vai ser complicado recuperar mais tarde. Ser mãe, nestas alturas é tramado. É preciso ser a má enquanto estamos todas cheias de nós por dentro ao ver o esforço e a frustração, a ouvir “sou um falhado” e outras demonstrações de auto-confiança sem saber bem como ajudar. Pode ser que se vir as notas a melhorar isso o convença finalmente que consegue.

– Bilingual blogBlog bilingue

– I’ve wanted to have an English version of this website, and particularly the shop, for some time. At Stuffed Squares, I’ve always had the entire site in both languages because I have foreign clients, and having all the text in Portuguese only limits the potential reach. On this blog, however, I hadn’t managed to find the right plugin yet.

Someone suggested I should try mqtranslate. When I did, it seemed to do everything I needed except for one crucial issue: it didn’t work with woocommerce’s short description field, and that’s the plugin I use for the shop. Unfortunately, that’s precisely the field I use for product description. Fortunately I found the solution at the  WP forum  and it solved the problem.

Obviously, another problem popped up right after – everything worked except for category links to English language products. Instead of linking to the category, the menu items linked to a random post. I tried all sorts of things with no luck, because I’m terrible at this stuff and I was really tired by then. In the morning, however, the obvious solution came to me – the bastard was translating the category permalink, so it was looking for a URL that didn’t exist.

I went to the permalink options and saw that, despite having the correct term on the permalink field, it was greyed out, which means that it’s an automatic fill. I had to write the exact same text in that field so that WP considers it a custom option and doesn’t change it anymore. It worked.

I’ve spent some time translating pages and products ever since, but it will take some time until it’s all done. I think it’s worth it, however because I won’t feel as bad on those days i only feel like writing in English, for instance,. I can always translate it later :)Há algum tempo que queria ter uma versão inglesa do site, e em particular da loja. No Stuffed Squares sempre tive tudo em duas là­nguas, porque tenho clientes estrangeiros e ter só português limita bastante o público abrangido, mas aqui no blog ainda não tinha acertado com o plugin certo.

Foi-me sugerido recentemente que experimentasse o mqtranslate. De facto aquilo parecia fazer tudo o que eu precisava excepto num ponto: não funciona com o campo short description do woocommerce, que é o plugin que uso para a loja. Infelizmente o short description é precisamente o campo que uso para por a descrição dos produtos. Felizmente encontrei a solução no fórum do WP e resolveu o problema.

É claro que depois apareceu outro – estava tudo bem excepto nos links para as categorias de produtos em inglês. Em vez de fazer link para a categoria de produtos fazia link para um post ao acaso. Tentei imensas coisas sem sucesso, porque não sou grande coisa nisto e também já estava cansada. Só na manhã seguinte, com a cabeça fresca, é que consegui pensar na causa óbvia – o sacana estava a fazer tradução do permalink para inglês e por isso procurava uma página que não existe.

Fui aos permalinks e apesar de a opção padrão estar correcta e dizer  categoria-produto, estava a cinzento, o que quer dizer que é a opção automática. Tive de escrever o mesmo texto para ele considerar que é uma opção personalizada e assim começou a funcionar.

Tenho passado algum tempo a traduzir produtos e páginas, mas é um processo demorado. Porém acho que vale a pena porque deixo de me sentir tão dividida naqueles dias em que só me apetece escrever em inglês. Tenho sempre a possibilidade de traduzir mais tarde 🙂

Inà­cio do curso profissional de Joalharia – Start of the professional jewellery course

Na quarta feira, depois de uma manhã passada a tratar das usuais contas e papeladas de princà­pio do mês – escola, ATL, marcar almoços, emitir facturas, etc. – tive a minha primeira aula do segundo ano de joalharia, ou primeiro ano do curso profissional.

Durante os próximos dois anos (a menos que acabe o dinheiro e tenha de desistir) vou aprender a fazer um anel oco forrado, um pendente com pregador e bata com luz, uma cravação em coroa, uma pulseira articulada e mais uma série de técnicas novas.

Comecei pelo anel, que vai ter uma ametista facetada que me foi oferecida pela minha sogra. Serrei a chapa, soldei o forro e fundi mais prata para fazer as batas. A fundição assusta sempre um bocadinho – despejar metal là­quido do carvão para o molde precisa de muito cuidadinho – mas consegui fazer o lingote à  primeira, o que foi excelente.

Entretanto recebi o resultado das análises que fui fazer na segunda feira e a anemia continua a piorar aos poucos. Sexta feira tenho ecografia para ver se há alguma coisa que explique as hemorragias exageradas que tenho tido nos últimos meses. – On wednesday, after spending the morning dealing with paperwork, I had my first class of the professional jewellery course.

For the next two years (unless the money runs our and I have to quit) I’ll learn to make a hollow ring, crown setting, articulated cuff and several other new techniques.

I started with the ring which will feature a beautiful amethyst my mother-in-law gave me. I sawed out the silver sheet, soldered the inner ring and made a sterling ingot to create wire for the walls between the inner and outer rings, Fusing silver always scares me a bit – dipping the molten metal onto the ingot mould requires great care – but I managed to make the ingot on my first try, which was great.

– Monument ValleyMonument Valley

Monument Valley é um jogo muito especial. Já não é novo, mas só agora é que o joguei até ao fim e recomendo entusiasticamente.

Monument Valley é um jogo de puzzles arquitectónicos que utiliza aquelas brincadeiras tipo Escher, de representações tridimensionais impossà­veis em que o chão do andar de baixo se liga à  parede do andar de cima, permitindo à  personagem do jogo entrar e sair por portas e escadas que ao inà­cio parecem inacessà­veis.

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O jogo é acima de tudo muito bonito, com uma qualidade gráfica fantástica e um ambiente misterioso. A forma como se resolvem os puzzles varia imenso e não nos são dadas muitas pistas, pelo que é preciso ir experimentando até perceber que partes são móveis e o que afecta o quê, puzzle a puzzle. Alguns parecem muito simples, outros requerem alguma experimentação e pensar um bocadinho, mas no geral o jogo tem um nà­vel de frustração bastante baixo.

Só é pena que sejam apenas dez nà­veis mas acredito que dê muito trabalhinho fazer aquilo. Penso que estão previstos mais nà­veis no futuro mas não sei quanto tempo demorará.

Update: sairam 8 novos nà­veis. Vão comprar, são fabulosos! Custam menos de 2 euros e funcionam com o family sharing. Basta fazer restore nos outros devices.
Então? Estão à  espera do quê?Monument Valley é um jogo muito especial. Já não é novo, mas só agora é que o joguei até ao fim e recomendo entusiasticamente.

Monument Valley é um jogo de puzzles arquitectónicos que utiliza aquelas brincadeiras tipo Escher, de representações tridimensionais impossà­veis em que o chão do andar de baixo se liga à  parede do andar de cima, permitindo à  personagem do jogo entrar e sair por portas e escadas que ao inà­cio parecem inacessà­veis.

IMG_0328.JPG

O jogo é acima de tudo muito bonito, com uma qualidade gráfica fantástica e um ambiente misterioso. A forma como se resolvem os puzzles varia imenso e não nos são dadas muitas pistas, pelo que é preciso ir experimentando até perceber que partes são móveis e o que afecta o quê, puzzle a puzzle. Alguns parecem muito simples, outros requerem alguma experimentação e pensar um bocadinho, mas no geral o jogo tem um nà­vel de frustração bastante baixo.

Só é pena que sejam apenas dez nà­veis mas acredito que dê muito trabalhinho fazer aquilo. Penso que estão previstos mais nà­veis no futuro mas não sei quanto tempo demorará.

Update: sairam 8 novos nà­veis. Vão comprar, são fabulosos! Custam menos de 2 euros e funcionam com o family sharing. Basta fazer restore nos outros devices.
Então? Estão à  espera do quê?

A agitada vida social de uma criança de quatro anos

Este fim de semana não parei. Para além das habituais tarefas como lavar a roupa da semana, tive de levar a Joana a 2 festas de aniversário de colegas da escola. Duas festas, sendo que uma delas era para duas meninas.

Ambas as festas duraram toda a tarde, uma no sábado e outra no domingo. A primeira era para ser no parque mas como choveu de manhã – algo que posso comprovar porque estávamos na praia, a pedido do Tiago, quando começou um dos dilúvios – acabou por ser em casa da menina. Gabo a paciência e coragem à  mãe que manteve toda a calma enquanto tinha dezenas de crianças a criar um caos absoluto por toda a casa. Sinceramente, eu não era capaz do mesmo. A Joana divertiu-se mas não me deixou afastar muito, o que resultou numa tarde inteira em pé, atrás dela.

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No domingo a festa foi no colégio dos Salesianos, em Lisboa. Escola durante a semana, local de festas de aniversário com insufláveis ao fim de semana. É o que se chama saber rentabilizar o espaço. A Joana passou grande parte do tempo de mão dada com uma das amigas, a correr de um insuflável para o outro, com intervalos regulares para ir à  sala da festa roubar uns rebuçados. Comigo a reboque, claro. Durante quase 3 horas.

Fiquei com muito pouca vontade de voltar a aniversários até a Joana ter idade para a largar lá e poder ir-me embora. Mas pronto, não há dúvida que se divertiu à  grande, e no fim é isso que conta.

Dia comprido

É uma daquelas leis do universo que num dia em que há qualquer coisa importante para fazer aparecem mais quatro ou cinco.

Comecei recentemente a dar aulas de português a uma amigo polaco. Sabendo que eu preciso de arranjar trabalho e sendo um gajo porreiro, o Mike contratou-me para o ensinar a falar melhor a là­ngua do paà­s onde vive há dez anos. Acho que ele tem uma compreensão melhor da linguagem do que pensa mas estamos a trabalhar algumas falhas, nomeadamente no uso de com, a de, em, etc.

A minha manhã foi então passada numa destas aulas, em que completámos frases escolhendo uma das opções fornecidas. Como a aula começou meia hora mais tarde do que o previsto, fiquei com uns mà­seros dez minutos para almoçar antes de ir para Lisboa.

Fui à  loja da Rua da Rosa que vende a minha bijutaria levar uns brincos novos e recolher algumas peças que já lá estavam há algum tempo sem saà­da.

Regressei a casa perto das quatro da tarde e passei no supermercado para comprar uma caixa de gelado, a minha forma de celebrar o facto de ter acabado ontem o primeiro ano do meu curso de Joalharia.

Depois do segundo duche do dia (maldito calor) o meu pai veio-me buscar para a fase seguinte. Tinha uma consulta do Tiago e uma reunião na escola da Joana precisamente à  mesma hora por isso foi preciso chamar reforços. Fomos buscar o Tiago e levá-lo à  consulta. Paguei e depois o meu pai deixou-me na escola da Joana para a reunião. Levou a Joana e foi buscar o Tiago.

Felizmente a reunião demorou menos meia hora do que eu previ. Fui buscar os miúdos a casa dos meus pais e voltámos de metro para casa e para a rotina do banho-jantar-cama.

O marido, nem vê-lo porque, graças à  tal lei das coincidências, hoje é também um daqueles dias ultra importantes no trabalho de onde ele não vai sair tão cedo. Tudo bem. Com as coisas bem planeadas e ajuda da famà­lia as coisas resolvem-se.

Only Lovers Left Alive

Como fã de longa data do sobrenatural, é certo que vou ver qualquer filme com vampiros. O facto deste filme ser com a Tilda Swinton, uma actriz que considero bastante especial, foi o incentivo adicional.

Only Lovers Left Alive é um filme do realizador Jim Jarmusch, que se integra no grupo dos cineastas-artistas. Este filme é certamente muito ‘artsy’, com um ritmo de desenvolvimento lento, um ambiente intimista e levemente melancólico, cores pouco saturadas e diálogos minimalistas que deixam o espectador em suspense durante uns instantes, a tentar descodificar a situação, o tema da conversa e os intervenientes, antes de surgir a resposta – um pouco forçada, por necessidade de dar ao público a informação necessária. Numa conversa normal entre pessoas que se conhecem há muito tempo, os assuntos não necessitam de ser expressos directamente para ambas as partes compreenderem a conversa. Infelizmente,é algo que acontece constantemente em filmes e séries – é necessário clarificar para a a audiência se sentir parte da história. Pelo menos aqui foi feito um esforço de manter essa naturalidade antes de soltar a chave que descodifica a situação.

O filme tem basicamente seis actores – os dois principais – Tilda Swinton como Eve e Tom Hiddleston como Adam – e quatro secundários que nos dão algumas pistas sobre a personalidade e história passada destes dois, através das breves cenas que partilham com eles.

O filme está cheio de clichés de vampiros e até a história do Marlowe não é nada de original. Para mim, aquilo que me fez continuar a ver o filme com interesse foi principalmente a personagem feminina. A Tilda Swinton compõe uma personagem interessante. É feminina, gentil e capaz de apreciar a vida e a beleza da natureza mas dá pistas que nos levam a desconfiar também de um lado mais negro que se diverte com destruição e caos. Tem algo de curiosidade infantil.

A escolha de vestuário torna óbvia a contradição entre os dois personagens principais – Eve veste-se de cores claras e Adam anda sempre de preto. Ela vê o lado bom da vida e ele está deprimido e farto de tudo. A única ligação que Adam ainda tem com o mundo é a sua relação com Eve. O filme não revela a origem dos personagens nem do vampirismo mas os nomes bà­blicos dos mesmos não serão um acaso.

O contraste entre o ambiente urbano escuro e em abandono de Detroit, onde vive Adam, com o sépia de Tânger são outro elemento que define a diferença e complemento entre os dois personagem. A visita guiada a Detroit e em particularmente a cena sobre o Michigan Theatre foi outra das partes que gostei em particular. é um fim trágico para um edifà­cio daqueles. A música é outro dos elementos centrais do filme que ajuda o ambiente e ao mesmo tempo faz avançar a história.

Basicamente, se acham que filmes sem tiros e explosões são uma seca, não vejam. Se gostam de algo mais na onda do cinema europeu, cinema independente, com bons actores em cenários algo caóticos e escuros mas com uma estética cuidada, experimentem.