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Depilação laser

Fui ontem à  minha primeira sessão de depilação laser. Ou melhor, fui ontem à  minha primeira sessão de depilação fora de casa e por acaso foi logo laser.

Nunca tive orçamento para passar o tempo a ir fazer depilação ou tratar das unhas fora de casa por isso sempre fiz tudo sozinha. Faz um bocado parte da rotina do fim de semana (ou fazia, antes do Tiago e estou agora a tentar retomar o ritmo) – depilação, descoloração, manicure, máscara facial, etc.

Só que o meu marido querido resolveu oferecer-me uma sessão de depilação laser como prenda de aniversário porque sabia que eu até não me importava de experimentar – a promessa de nunca mais ter de me preocupar com depilação é muito tentadora – mas sabia também que eu nunca iria tomar a iniciativa porque é uma coisa cara. Assim sendo, se já está pago não me posso recusar a ir 🙂

Demorei quase dois meses, ocupada com trabalho e muitas constipações pelo caminho, mas lá fui.

A ‘consulta’ inicial é apenas uma explicação de como o laser funciona, que tem de apanhar o pelo na fase de crescimento para que o laser chegue até à  raiz, o que explica a necessidade de múltiplas sessões porque os pelos não crescem todos ao mesmo tempo. Depois fez uma rápida história clà­nica – se tomo medicamentos, se tenho diabetes, etc, pessoas com olhos claros em gerações anteriores, etc.

Assinei um papel a dizer que compreendo que o laser pode ter efeitos secundários como pele vermelha, queimaduras, bla, bla, e depois de esperar um bocadinho que ficasse um gabinete livre lá fui eu.

Depois de tirar as calças – porque fui logo começar por uma área pequenina que são as pernas todas – deitei-me na marquesa e a senhora entrou. Deu-me uns óculos cor de rosa, para proteger da luz do laser e começou a desenhar-me riscos verticais nas pernas com um lápis branco.

Como era a primeira vez e eu não fazia ideia em que estado depilatório deveria ir, tive de me submeter à  parte mais torturante da sessão que foi ter outra pessoa a passar uma lâmina nas minhas pernas, a seco e muito à  bruta. Até tinha pensado em fazer depilação antes de mas não sabia se precisariam de ver a cor e grossura dos pelos antes de começar pelo que acabei por não fazer. Never again.

Para alguém que esteja a pensar ir fazer depilação laser aqui fica a informação: devem rapar os pelos com lâmina dois dias antes de ir.

Depois da tortura a senhora fez dois disparos de teste. Vi logo que ia doer. Basicamente o laser aquece os pelos de uma forma brutal e por isso parece que nos estão a espetar agulhas incandescentes na pele a cada disparo. Quanto mais grossos os pelos e mais sensà­vel a pele mais doi.

A sessão começou pela parte de trás das pernas que é a mais sensà­vel e também a que tem mais pelos, especialmente acima do joelho. Foi a parte mais dolorosa. A parte da frente foi muito mais fácil. Estive para ali deitada de barriga para baixo a roer o lábio e a pensar que tenho um marido que me odeia.

Escusado será dizer que não tive coragem para fazer as virilhas. É suposto ser um sí­tio onde se vêem resultados rapidamente porque os pelos são fortes e escuros mas deve ser altamente doloroso. Vamos ver se da próxima vez ganho coragem para isso.

No final a senhora espalhou um gel calmante na área tratada e tenho de aplicar o gel durante 5 dias. A próxima sessão é daqui a mês e meio e daà­ para a frente tem intervalos de um mês e 3 semanas. É caro mas com intervalos tão grandes acaba por não se dar tanto por isso.

Fiquei com a pele vermelha e dorida, tipo queimadura solar. Hoje já não está tão vermelha e já não doà­ mas continuo com altinhos no sí­tio dos poros o que me leva a pensar que não deve ser boa ideia fazer isto na cara.

Agora não posso apanhar sol nas pernas, mas como uso sempre calças e está frio não há problema.

Daqui a umas semanas os pelos que morreram devem começar a sair e em Dezembro há mais.

Para quem tem curiosidade, a minha depilação foi feita na Clà­nica do Pelo.

Coisas que não compreendo – parte 3

Porque é que os portugueses têm uma aversão tão grande a chapéus, gorros e afins?

Hoje está uma ventania infernal e como tal, ao levar o Tiago à  escola preferi colocar o gorro da minha camisola na cabeça do que passar o caminho todo a ser chicoteada pelo meu próprio cabelo. Assim estou mais quentinha, protegida e não tenho cabelo a tapar-me a visão do caminho.

Isto para mim é lógico, mas pela quantidade de olhares que recebo pelo caminho, usar um gorro para a sua verdadeira função em vez de ser apenas como elemento decorativo é algum inconcebà­vel.

Aliás, cruzei-me com imensos homens e mulheres com camisolas e casacos com capuz, mais preocupados em colocá-los novamente no seu lugar atrás das costas, porque voavam com o vento, do que a lembrar-se de os usar para se protegerem dos elementos.

Do meu ponto de vista, quando uma peça de vestuário funcional se torna moda isso não elimina necessariamente a funcionalidade da dita peça. Mas as pessoa passam a ficar tão preocupadas com usar aquilo como ‘se vê’ que nunca mais se lembram do uso inicial da peça. É um bocado como usar o guarda-chuva como walking stick e apanhar uma grande chuvada porque não nos lembramos que aquilo abre.

Eu sempre gostei de chapéus, tenho uma grande colecção e uso-os com alguma frequencia, especialmente no inverno, em vez do guarda chuva que se está sempre a virar e me ocupa uma mão. Mas usar chapéu vem sempre com a preparação psicológica de sair à  rua para ser tratada como um alien.

Mas pronto, num mundo onde os adolescentes usam o rabo fora das calças, compreendo que usar um chapéu na cabeça seja mesmo muito estranho.

Coisas que não compreendo – parte 2

Como é que é possível ainda existirem velhinhas de cabelo cor de rosa?

Não tenho nada contra cabelo cor de rosa – até já pintei o meu de rosa e gostei imenso – mas pela roupa e penteado conservador das senhoras que vejo com esta cor de cabelo, não acredito que seja um tom propositado.

Desde os meus 15 anos que sei que alguém com cabelo branco não pode usar tons acobreados para pintar o dito porque o resultado é um lindo cor de rosa em vez da cor desejada. E no entanto não parece passar semana nenhuma que não me cruze com mais uma và­tima deste engano capilar.

Se a coloração for feita em casa é natural que a pessoa não saiba e cometa este engano, mas normalmente vejo senhoras que são obviamente frequentadoras de cabeleireiro, pelo penteado armado que apresentam, e como tal duvido muito que sejam as únicas responsáveis pela gaffe.

Assim sendo pergunto-me duas coisas:

1 – Haverá por aà­ assim tantas cabeleireiras incompetentes que não saibam uma das coisas mais básicas de coloração? Ou será que sabem que o resultado vai ser mau mas fazem à  mesma? Porquê?

2 – Vendo que o resultado não era o esperado porque raio é que não pintam logo o cabelo de outra cor? Castanho é sempre uma boa opção e até podem por um daqueles que vai saindo com as lavagens para não submeter o cabelo a dois tratamentos quà­micos intensos de seguida. É assim tão complicado?

Eu não sou cabeleireira mas já fiz suficientes experiencias de coloração para perceber uma coisa ou duas e por isso acho que seria de esperar que uma cabeleireira profissional não deixasse as suas clientes andar por aà­ com cabelo cor de rosa quando não era esse o resultado pretendido.

Coisas que não compreendo – parte 1

Agradecia que alguém me explicasse como é possível que tenha pegado uma moda tão estúpida como andar com as calças abaixo do rabo.

Compreendo que alguém se tenha lembrado de tal coisa porque vai sempre haver um imbecil qualquer que acha super cool andar com um cabide pendurado na orelha em vez de um brinco ou usar as cuecas como chapéu, mas daà­ até convencer uma geração de adolescentes a fazer o mesmo vai um grande salto.

As calças descaà­das a mostrar o topo das cuecas já vem dos anos 80 com o Mark Whalberg, na altura conhecido como Marky Mark, a fazer publicidade à  sua roupa interior Calvin Klein. Mas por qualquer razão que não consigo compreender, ao longo dos quase 20 anos que se seguiram, as calças foram descaindo cada vez mais chegando ao ridiculo que hoje se observa.

O hip-hop é obviamente responsável por grande parte disto, graças ao look de calças largas e a cair, mas muitos destes miudos não usam mais nada que se identifique com este tipo de look.

Como é que os miúdos conseguem andar sem lhes cairem as calças até aos tornozelos? Será que conseguem correr com aquilo, se for preciso? Porque é que não há mais pessoas como eu a rebolar-se de riso no meio da rua quando passa um gajo destes?

Se alguém por aà­ tem um destes espécimes em casa, por favor digam-me qual a explicação que eles dão para este tipo de comportamento. É que como mãe de um futuro adolescente estou verdadeiramente interessada neste tipo de fenómenos porque não quero ser apanhada desprevenida.

Compreendo que para muitos esta incompreensão não é mais do que mostrar como estou a ficar velha e fora de moda, o que não deixa de ser verdade – afinal nem sequer tenho um ipod e ainda oiço essa coisa pré-histórica chamada CD – mas há algumas coisas que não passam de moda, como o senso comum, e não vejo grande utilização do mesmo em circunstancias deste tipo.

Sei também que deve ser dificil para os pais impedir que os seus filhos façam tais figuras tristes, especialmente se os colegam consideram este tipo de look o máximo do cool, mas no mà­nimo têm a obrigação moral de tirar muitas fotografias para gozar com os gajos daqui a 15 anos.

Novos workshops

A partir de Novembro vou poder novamente organizar workshops de bijutaria em arame e de nós celtas.

Os workshops serão em Almada e podem realizar-se durante a semana entre as 10.30h e as 15.30 e ao sábado de manhã.

Os workshops de bijutaria em arame têm a duração de 2 horas e os temas são os seguintes:

– Introdução à  bijutaria: ferramentas e materiais, fazer argolas, anzois para brincos e fechos artesanais em arame, criar um par de brincos, um anel e um colar usando arame e contas de vidro.

– Anéis de arame: aprender a técnica de enrolar o arame em espiral e criar dois aneis usando essa técnica.

– Tricot e crochet com arame: Criação de uma pulseira usando cada uma das técnicas (a mesma técnica pode depois ser usada para fazer colares mas como é mais demorado no workshop vamos só fazer as pulseiras)

Os workshops de nós celtas podem ir ate 3 horas e são os seguintes:

– Nós celtas – parte 1: criar uma pulseira, um anel e uns brincos utilizando nós celtas

– Nós celtas – parte 2: criar dois colares utilizando nós celtas (estes nós são diferentes dos utilizados na parte 1

Os workshops de bijutaria em arame custam 30 euros e os de nós celtas 35 e já incluem o material. 10  euros são pagos aquando da inscrição (porque tenho de pagar o espaço quando o reservo) e o restante no dia.

Nos de bijutaria podem trazer os vossos próprios alicates mas também estarão disponà­veis alicates para uso comum durante o workshop. O número mà­nimo de inscrições para se realizar um workshop é de 2 pessoas para os de bijutaria em arame e 3 pessoas para os de nós celtas.

Para mais informações contactem-me por mail ou via comentários no site.

– The life of a blue necklace

– When I first started making jewelry for my online store I made several very simple necklaces because I like simplicity and because I needed more than a couple of items to start the store.

Some of those first necklaces never sold because they were not very original and so I’ve started recycling the beads to make something a bit more interesting.

One of these necklaces started out as a simple floating necklace with blue rectangular beads.

I love the color and rectangular shape of the beads and tried to use this shape as the base for the reincarnation of the necklace: I made rectangular links that work as spacers between each bead and mad wire frames for each glass bead to bring it all together.

When it was done I felt there was still something missing so I wrapped each of the frames in thin wire, adding shine, detail and texture to the neckcklace. I also used the thin wire to hold the glass beads in place, preventing them from spinning inside the frame. This supporting wire was supposed to pass through the back of the bead but I liked the result and made it the front instead, although it can be worn either way.

– Branch earrings

– I’ve been really busy making new stuff to take to the stores that carry my jewellery and while making a truckload of my coil rings, and getting a bit tired of doing the same thing, I had an idea of how to make matching earrings and was very pleased with the result. The coiling technique is the same, except I have to make caps for the beads in the end, and I use drops instead of round or square beads for this.

The design looks a bit like a tree branch, with smaller branches coming out of it.

I used only three drops but it can be made longer. The fact that the drops are clear makes the earrings seem lighter but I’m going to try the design with different colors to see if I like the result.

Coloured wire would also be a fun alternative to use for this design.

Mais um bebé na famà­lia

Pois é, a famà­lia está a aumentar depressa – nasceu hoje o Martim! Só vi fotos em pequenino no telemóvel mas parece mais um bebé bonito.

Parabéns Inês e muitos beijinhos, espero que não tenha sido complicado por esse miúdo cá fora.

E já vamos na quarta

Não na quarta feira mas na quarta dentada que o Tiago leva na creche. Desta vez foi uma menina e a educadora diz que pensava que ela lhe ia dar um beijinho e por isso não viu razão para os separar. Aparentemente ele nem chorou e só depois é que deram pela marca dos dentes. Felizmente não foi uma dentada tão má quanto as anteriores e à  noite já quase não se viam as marcas.

O aranhão que outra menina lhe deu na cara na sexta feira passada, por outro lado, está com um bocado de mau aspecto – não está infectado nem nada disso mas fez uma ferida muito maior do que parecia inicialmente.

O raio do miúdo parece que não volta para casa vez nenhuma sem lá deixar um bocado de sangue…

E eu que me fartei de ouvir que eles evoluiam imenso quando iam para a escola e até agora as únicas diferenças que noto são que o Tiago parou completamente de falar e começou a tornar-se extremamente agressivo comigo – dá-me pontapés e palmadas e arranha-me de forma mesmo violenta. Sei que está na idade das birras mas pelos vistos só faz isto comigo porque na escola ainda não deram por nada. Está a medir forças com a mamã que é uma chata e não o deixa saltar em cima do sofá nem comer lapis de cera que têm um ar tão apetitoso.

Para ter a certeza que esta coisa de não falar é só uma mania comecei a testar o Tiago e fiquei surpreendida com o que ele já sabe. Agora quando ele vem com um livro, em vez de ser eu a dizer o nome das coisas quando ele aponta, comecei a perguntar eu ‘onde é que está o morango? E as calças? e o pato?’ e ele pensa um bocadinho e depois aponta para a imagem certa. O mais giro é que reconhece os objectos fora das ilustrações que já viu 500 vezes porque fiz isso com um livro que a minha mãe lhe deu no domingo e que ele nunca tinha visto antes e ele reconheceu os objectos à  mesma. Portanto não tem qualquer problema de aprendizagem ou audição e está simplesmente a ser preguiçoso para falar.

Como o Tiago se anda a interessar pelos números e letras, comprámos um conjunto de números que são imans para ele brincar. Diverte-se a colar e descolar os números do pé metálico da passadeira e eu vou dizendo que número é que ele tem na mão, tal como fiz com as figuras dos livros.

Também queria comprar as letras mas não havia. Talvez para a semana.

Entretanto deram-lhe um ursinho de peluche (na verdade é um rato) na tentativa de substituir o actual que já está com muito mau aspecto graças à s constantes lavagens. Ele até gostou do novo boneco mas agora anda com os dois, um em cada braço, em vez de passar para o novo. Não sei se alguma vez o vou conseguir convencer a mudar para outro boneco.

Stuffed Squares no Portugal no Coração – parte 2

Para quem não viu, aqui fica o video:

Cheguei à  RTP pouco antes das 14.30h e fui levada para uma sala de espera. Estavam a tratar do cabelo e maquilhagem das bandas, que tinham de entrar primeiro, e os restantes convidados ficavam para depois.

A cabeleirerira não tinha mãos a medir e acabei por ter que sair a meio para ela tratar de outra senhora que era mais urgente, fazer a maquilhagem e depois terminar o cabelo. A maquilhagem parecia (e ao vivo estava mesmo ) extremamente exagerada, mas no fim nem parece muito. De facto a maquilhadora sabia o que estava a fazer. Só espero não ter herdado a sua ‘bactéria cor de rosa e com strass’ porque já estive doente vezes suficientes no último mês.

Foram todoa muitos simpáticos, desde a equipa de produção até aos apresentadores, e nem sequer fiquei muito tempo à  espera. Quando se preparavam para entrar no primeiro intervalo levaram-me para o estúdio, colocaram o microfone e estive a colocar as peças na mesa. Pouco depois foi a vez do meu segmento. Quando foi finalmente a minha vez de responder à  primeira pergunta comecei a falar e reparei que estava um bocadinho nervosa. Lembrou-me um bocado a forma como me senti na faculdade quando tive que ir a uma oral de estética.

Felizmente a primeira pergunta era previsivel e como tal já sabia mais ou menos o que ia dizer por isso respirei fundo, concentrei-me nos apresentadores e ignorei tudo o resto e levei aquilo como levo as reuniões com os clientes – apresentei-me a mim e à s minhas peças, com naturalidade, e passou num instante.

Quando acabou acompanharam-me à  porta e voltei para casa. É claro que vim o caminho todo a rever mentalmente o que disse e ficaram algumas coisas de fora, como mencionar que tembém tenho peças nalgumas lojas em Lisboa para quem não gosta de comprar online mas no geral não foi mau.

Cheguei agora a casa e depois de dar muitos beijinhos ao Tiago, tirar a maquilhagem com largos baldes de desmaquilhante e nem sei quantos algodões e tomar banho, sentei-me a ver a gravação. A primeira reacção foi ‘porra, estou mesmo gorda!’. Fora isso acho que o programa correu bastante bem.

Stuffed Squares no Portugal no Coração

Fui convidada para ir amanhã ao programa da RTP ‘Portugal no Coração’. O programa vai ser entre as 3 e as 6 da tarde na RTP 1 e vou levar algumas peças para mostrar, por isso não percam 🙂

Agora tenho que ir por-me apresentável e escolher qualquer coisa decente para vestir porque era suposto ser só na sexta feira e afinal foi antecipado.

Olá Gabriel

Fui ontem conhecer o Gabriel, o meu novo sobrinho.

Não sei se é porque já não me lembro do tamanho que o Tiago tinha quando nasceu mas o miúdo pareceu-me tão pequenino! Mas tem um peso e comprimento semelhantes aos que o Tiago tinha por isso deve mesmo ser um truque de memória.

Achei o bebé amoroso. Tenho tempre um medo terrà­vel de achar os bebés feios porque sou uma péssima mentirosa e acho sempre que as pessoas perceberiam se tentasse fazer de conta, mas o Gabriel é muito perfeitinho e fiquei montes de tempo a olhar para ele com um ar derretido 🙂 Tem um narizinho arrebitado e é completamente adorável quando boceja.

Esteve a dormir praticamente o tempo todo em que estive lá mas quando nos preparávamos para sair lá abriu os olhinhos e estive a fazer-lhe caretas.

O Pedro tem razão: antes de ter o Tiago nunca teria reagido a um bebé desta forma nem teria interagido tanto. Na verdade mantinha-me a uma certa distância dos bebés porque tinha imenso medo daquele aspecto frágil que eles têm. Só quando tive o Tiago e tive mesmo que tratar dele é que perdi o medo. Suponho que é mesmo assim.

E pronto, mais um miúdo que vai ser intensamente fotografado e cujo crescimento vou seguir com interesse. Beijinhos Gabriel, e vê se deixas os teus pais dormir 🙂