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I wonder what it could be

According to my calculations, my ovulation date should have been last Sunday. Yesterday I had some unexpected spotting, something that doesn’t usually happen to me, so I started wondering what it could be. Could I be already pregnant and that was a sign of the embryo settling in? Could I have conceived but it didn’t take? Seems a bit soon for that, though. Or it could be absolutely nothing.

Third time around I’m becoming a lot more focused on trying to figure what what may be going on with my body, as if that would give me any control over unpleasant surprises. But I’m a control freak and it’s a bit late to change now.

11 anos

No sábado eu e o Pedro fizemos 11 anos de casados. Custa a acreditar que já tenha passado tanto tempo.

Os meus sogros, que são uns gajos porreiros, ofereceram-se para ficar com o Tiago durante o dia para podermos descansar e ir almoçar fora.Infelizmente a minha sogra passou o dia adoentada e acabou por ser um sacrificio para ela ter que andar a correr atrás do Tiago o dia todo 🙁

Depois de uma manhã a aproveitar o sossego que fica esta casa sem Tiago, fomos almoçar ao La Traviata, que era o nosso restaurante preferido quando começámos a namorar e onde já não iamos há algum tempo. Já não sinto uma tentação tão grande pela lasagna e canelloni porque o meu està´mago não aguenta empanturrar-se com o exagero que aquilo é mas agora adoro a pizza de gambas deles.

Quando fomos buscar o Tiago, ao final da tarde, ele ainda estava com as pilhas todas, a brincar à s escondidas por baixo das almofadas da cama. Comprei uns bolinhos e fomos lanchar. O Tiago despachou uma bola de berlim quase inteira. Eu tinha-lhe comprado um palmier, mas assim que viu a bola, e em particular o creme, tirou-ma das mãos e sentou-se a mastigar. Só sobrou um bocadinho porque já não tinha mais creme. E o espantoso é que ainda jantou, pouco tempo depois.

Mais uma

Hoje saà­ de casa a correr, já em cima da hora do Tiago sair da escola, porque tinha estado a tentar por os downloads da loja a funcionar. A parte do download ficou a funcionar mas pelo caminho fui descobrindo outros problemas para resolver e aquilo nunca mais acabava. Aliás, não acabou porque ainda faltam coisas.

Tudo isto porque de manhã estive a fazer o primeiro tutorial de bijutaria e queria po-lo online. Afinal descobri também que ainda falta uma secção mas não é grave e é fácil de fazer.

Quando cheguei à  escola recebi a informação de que o Tiago tinha enfiado as mãos na fralda suja e depois resolveu andar a pintar as paredes com o cocó. É nestes dias que as creches merecem o dinheiro que lhes pagamos…

Eu até estava toda contente porque ele ter feito xixi no bacio de manhã. Mas suponho que não é surpresa nenhuma porque sei perfeitamente que ele gosta de mexer na porcaria que faz. Devia filmar para usar como chantagem quando ele se tornar um adolescente irritante 🙂

Depois do jardim infantil, onde se fartou de correr e brincar, voltou a amuar. Deixei-o sentar-se no chão para descansar um bocado e ver se passava. Mais uma vez não percebi o que deu origem ao amuo.

Como ele não saia dali, fartei-me e peguei-lhe ao colo. Começou a berrar como se estivesse com dore – soluçava de tal forma que durante um bocado o som nem saà­a! Realmente o colo pode ser uma tortura enorme para uma criança de dois anos.

Tentei po-lo no chão uma ou duas vezes mas ele começava logo a atirar-se para o chão por isso carreguei-o durante um bocado. Desta vez nem foi à  saco de batatas, debaixo do braço, foi colinho a sério – virado para mim, sentado no meu braço – mas a única coisa que ele fazia era sacudir-se e tentar atirar-se ao chão.

Quando me fartei lá o consegui por a andar. Por essa altura ele queria o ursinho, que é o objecto de conforto quando a mamã está a ser má, mas quando o tentei dar, umas duas ou três vezes, ele recusava-se a aceitá-lo (provavelmente porque era eu a dar – malditos conflitos). Então guardei o boneco e disse-lhe que só o tinha de volta quando parasse de chorar. Foi o caminho todo a ginchar, com um braço esticado à  frente como se estivesse a tentar alcançar o boneco, mas andou até como um burro com uma cenoura à  frente do nariz.

Negar-lhe o ursinho pode não parecer muito grave mas garanto que é o objecto mais precioso que ele tem e o sofrimento deve ter sido atroz. No entanto não parece ter sido o suficiente para se calar antes de chegar à  porta de casa.

Felizmente por essa altura lá se acalmou, devolvi-lhe o boneco e comecei a conversar normalmente sobre o lanche para ver se não repetia a cena no elevador.

Esteve tudo bem até eu lhe pedir para lavar as mãos. Quando recusou voltei a retirar-lhe o boneco e ele lá foi obedientemente para a casa de banho. Também me deu a oportunidade de lavar o raio do urso que já estava todo porco. Normalmente espero por um momento em que ele não sinta a falta do boneco mas assim também funciona.

Enfim, vai devagarinho mas espero que vá melhorando com o tempo.

A mania de mexer nos fluidos corporais, por outro lado, tenho a sensação que está para durar. Em ultima análise ponho-lhe uns baldes de tinta e umas telas ao pé do bacio e chamo-lhe arte.

Dia preenchido

Ontem foi um daqueles dias de espremer todos os minutos. Passei a manhã a organizar a papelada do trimestre da empresa e a pagar contas. De tarde acabei um colar. Tenho estado a fazer umas correntes artesanais fininhas com umas contas que tinha há imenso tempo e que têm umas cores muito giras. Tenho andado a experimentar fazer as correntes misturando elementos diferentes e usando também argolas de arame colorido, nos tons das contas, para tornar o conjunto mais interessante.

Eu raramente faço peças de bijutaria de acordo com o que está na moda e graças a isso acabo por vender menos do que podia mas prefiro fazer peças de que gosto. Acho que mais tarde ou mais cedo chegará uma moda onde as coisas que faço acabam por encaixar. Desde que eu goste do resultado não me preocupo com o resto. Ao tentar fazer igual ao que se vê por aà­ estaria a abdicar da criação de um estilo pessoal e nunca seria capaz de competir com os preços das lojas porque uma peça artesanal demora sempre mais tempo a fazer e os materiais saem mais caros porque não posso os comprar nas grandes quantidades das lojas ou fábricas e como tal não tenho acesso ao mesmo nà­vel de descontos.

Prefiro fazer as peças que gosto com todo o cuidado e ir aperfeiçoando os pormenores, e esperar que as pessoas apreciem esse esforço e escolham as peças porque gostam delas.

De qualquer forma, estou a tentar fazer colares mais compridos, desta vez, porque as mulheres parecem achar que os colares curtos são mais formais e apenas para ocasiões especiais e os compridos para o dia a dia. Estes não são grandes e espalhafatosos como o que está na moda no momento mas acho que ficaram muito bonitos e são colares que eu seria capaz de usar (que no fundo é a regra que eu tento seguir).

Quando chegou a hora fui buscar o Tiago à  escola e depois de o deixar com os avós voltei para casa e comecei a tirar as fotografias para os tutorials em PDF. Tinha começado com tutorials em video mas a edição do video está a ser complicada por isso optei pela simplicidade de fotos e texto.

Hoje tenciono começar os textos para ver se não demoro muito mais a colocar o primeiro tutorial online. Vou começar pelas ferramentas, depois as argolas e outras peças básicas e mais tarde começarei a fazer tutorial para peças especà­ficas.

Treino

O caminho para casa ontem acabou por correr bem. Acho que foi em grande parte porque iamos ter com os avós e o Tiago sentiu que se dirigia para qualquer coisa em vez de estar a deixar a brincadeira para trás. à€s vezes estas pequenas coisas fazem toda a diferença.

Hoje de manhã o Tiago acordou muito rabujento (provavelmente porque à s 3 da manhã estava a conversar alegremente com os seus bonecos) mas depois de uma mini-birra acabou por ir ao bacio fazer o xixi da manhã. Reparei que já acorda com a fralda praticamente seca e por isso tirei-lhe a fralda quando se levantou e deixei o bacio à  disposição. Enquanto estava na cozinha a preparar o pequeno almoço ele lá se dignou a usá-lo.

É claro que metade do xixi acabou no chão e o Tiago insiste em meter a mão para sentir o jacto de urina a sair – faz tudo parte da exploração do corpo – mas foi um grande avanço. Agora é preciso manter a rotina até ele começar a indicar quando precisa de usar as instalações em vez de ser eu a dizer-lhe.

O caminho para a escola correu bem outra vez. Foi mais lento porque ele dormiu mal e está cansado mas já pára menos vezes e não quer colo de forma alguma portanto estamos no bom caminho.

Bacio

O Tiago ontem foi ao bacio duas vezes fazer xixi. Parece estar finalmente a aceitar o objecto – ou pelo menos já não lhe dá pontapés.

Já percebi que não vale a pena perguntar se quer ir fazer xixi. Tenho que lhe tirar a fralda – ou, melhor ainda, deixá-lo a ele tirar a fralda – e depois dizer ‘olha, está ali o bacio, não queres fazer xixi? Parece funcionar melhor.

É claro que imediatamente a seguir ele tenta meter as mãos e os pés lá dentro o que torna a coisa complicada porque em vez de aplaudir o esforço acabo a gritar ‘Tiago não faças isso!’ e a correr com ele para a casa de banho para o lavar. Não admira que ele tenha uma relação tão fria com o bacio 😛

Tinham-me avisado que isto era por ciclos e era preciso esperar que ele quisesse. Vamos ver se é desta que pega.

Hoje de manhã já não correu tão bem porque implica alterar uma rotina – em vez de ir logo para a sala tentei tirar-lhe a fralda assim que acordou e ele já não achou muita piada e acabou por não se sentar. Mas isso vai com o tempo. As alterações à  rotina demoram sempre algum tempo a afinar.

Hoje o Tiago voltou a andar até à  escola e portou-se novamente muito bem. Vamos ver como correm as coisas logo.

Dia sem carrinho

Esta manhã resolvi arriscar a levar o Tiago à  escola sem o carrinho. Sabia que a possibilidade de me arrepender era muito grande mas estava na altura de tentar, uma vez que o Tiago já aguenta andar o caminho todo sem muito esforço.

Fiquei espantada com a forma como ele colaborou. Não fez birras, foi sempre a pé de mão dada e chegou à  escola bastante satisfeito. Ficou ainda mais feliz quando viu que os colegas estavam no recreio, que ele passou a adorar (nota mental: comprar uma casa com terraço). Esperou que lhe desse op chapéu, porque já sabe que não se vai lá para fora sem chapéu, e depois foi a correr ter com os outros meninos.

O caminho de volta para casa já não foi tão pacà­fico.

O Pedro teve aparentemente algumas pessoas a comentar o nosso parenting style baseando-se nos breves comentários que deixamos por aqui sobre as birras do Tiago, acusando-o de ser demasiado permissivo e fazer as vontades todas ao filho ‘porque de outra forma ele não fazia birras’. Eu não sinto grande necessidade de justificar as nossas escolhas na educação do nosso filho mas lembro-me como pensava antes de ter um e sei que é muito fácil pensar que quando uma criança faz uma birra a culpa só pode ser dos pais que lhe fazem as vontadinhas todas. Infelizmente, tenho aprendido que não é assim que funciona, pelo menos aos dois anos. É possível que aos cinco ou seis isso seja mais verdade, mas como ainda não cheguei lá não estou em posição de julgar.

Aquilo que sei é isto: eles chegam aos dois anos, ou perto disso, e apercebem-se que têm o poder de mudar certas coisas e talvez até de controlar algumas. Apercebem-se que os pais lhes dão atenção quando choram e começam a faze-lo, não porque se magoaram ou têm fome mas porque causa uma reacção. Daà­ para a frente começam a tornar-se cada vez maiores peritos em conseguir provocar os pais para testar os limites da sua paciencia. O grau depende obviamente da personalidade da criança – teimosia, necessidade de atenção, capacidade de se magoar propositadamente para o choro ser mais natural (sim, é verdade – se não ligamos à  choramingice o Tiago ele é capaz de bater propositadamente com a cabeça contra a parede ou no chão para ter a atenção que quer), etc,

Infelizmente, não é por ignorar as birras duas ou três vezes que elas param. Tenho a impressão que isto vai ser um processo de aprendizagem bastante longo até o Tiago perceber que este não é o melhor caminho para ter o que quer.

O inferno que foi o caminho para casa hoje mostra isso mesmo.

Fomos ao jardim infantil como é costume e ele esteve a brincar. A certa altura começou a dar a volta ao escorrega e sem qualquer explicação atirou-se para o chão a fazer beicinho e olhou para mim de lado para ter a certeza que eu tinha visto. Eu não liguei e deixei-o estar. Passado um bocado, como ele não saà­a dali, fui ter com ele para lhe por o chapéu na cabeça porque estava ao sol. Ele recusou o chapéu por isso agarrei nele e sentei-o à  sombra. Fui-me embora outra vez. Ele não gostou de ser transportado dois metros e desatou a berrar. Não lhe liguei mais e ele acabou por se fartar, levantou-se e veio ter comigo de braços abertos. Baixei-me e tentei pegar-lhe mas ele começou a abanar os braços para me afastar. Disse-lhe que assim não podia fazer nada por ele e voltei a ignorar.

Passado um bocado ele continuou a brincar mas entrou no modo de responder não a tudo o que eu dizia. Pareceu-me que estava cansado e se queria ir embora, mas o Tiago quer e não quer uma coisa ao mesmo tempo e mesmo que tente dar-lhe aquilo que acho que ele quer ele diz que não e recusa.

Por exemplo, pergunto se quer um copo de água e ele diz que não. Encho o copo e tento entregar-lhe, ele empurra com a mão. Se bebo eu o copo ou tentolevá-lo embora começa a gritar irritado. Pouso o copo na mesa e passados uns segundos ele pega no copo e bebe-o de uma vez. Não lhe nego água mas se tem este comportamento com brinquedos guardo o brinquedo e aguento a gritaria mas ainda não aprendeu a mudar de estratégia.

Quando achei que já chegava de não, peguei no Tiago ao colo e comecei a voltar para casa. Ele desatou a gritar. Expliquei-lhe que tinhamos de ir para casa e se não queria colo tinha de andar a pé. Foi para o chão e começou a andar.

Quando chegámos a uma zona de sol tentei por-lhe o chapéu. Começou a dança. Eu ponho, ele tira. Ao fim de umas quantas tentativas deixei-o andar mais um bocado antes de tentar outra vez para ver se passava a teimosia. Voltou a tirar o chapéu. Chegou o ponto em que não podia continuar a deixá-lo ganhar, até porque tinhamos uma longa caminhada ao sol pela frente. Entrámos num concurso de teimosos. Eu punha o chapéu e ele sacudia. Fizemos isto tantas vezes que eu já estava com vontade de rir. Quando me fartei tive de lhe agarrar nos dois braços, por-lhe o chapéu e não largar os braços até ele começar a estar mais incomodado por estar agarrado do que por ter o chapéu.

Resolvida a questão do chapéu o Tiago passou à  fase seguinte: começou a parar, a puxar na direcção contrária ou a querer atirar-se para o chão. Cada vez que fazia isso eu pegava nele debaixo de um braço e continuava a andar. Ele não gostou muito e começou a berrar. Disse-lhe novamente que ou ia assim ou ia a andar e voltava a po-lo no chão. Ele andava mais um bocadinho, sempre a choramingar, e depois fazia o mesmo.

Acabou por andar o resto do caminho até a casa. Pelo caminho foi informado dos previlégios que ia perdendo: tv, o boneco dele e alguns brinquedos por ordem de preferencia.

Quando chegámos ao prédio atirou-se para o chão e começou a berrar (muito mais giro porque faz eco). Tive de agarrar nele e colocá-lo dentro do elevgador e depois tirá-lo do elevador e traze-lo para casa, onde ficou a chorar no chão do hall enquanto eu fui para a varanda apanhar roupa da corda e respirar fundo.

No total foram 20 minutos e amanhã serão outros 20. Não ganhou nada com a birra e perdeu algumas das coisas que gosta. Mas acham que aprendeu alguma coisa com isso? Claro que não.

Acho que estas situações são brutais, tanto para mim como para ele, mas infelizmente são necessárias. Ele precisa de saber que não pode fazer o que quer sem consequencias e eu preciso de controlar a minha crescente vontade de lhe dar um tareão.

Por regra não bato no Tiago porque acho que isso seria uma falha da minha parte por não conseguir resolver a situação de outra forma, tento não gritar com ele – à s vezes não o consigo evitar porque sempre fui um bocado impulsiva mas estou bastante melhor – mas não o deixo fazer tudo o que quer. Deixo fazer tudo o que seja inofensivo mas as regras são para cumprir. Há umas semanas não queria lavar as mãos quando chegava a casa. Tinha que lhe pegar, levá-lo à  casa de banho sempre a berrar e lavar-lhe as mãos à  força. Agora já vai sozinho. Custa e é preciso muita paciencia mas lá acaba por perceber como as coisas funcionam. Só que não é de um dia para o outro.

Desejo boa sorte a todos os que acham que os seus filhos nunca irão fazer birras porque vão ser os melhores pais do mundo.

De volta à s grades

Esta noite dei com o Tiago a vaguear pela casa à s 3 da manhã. Acordei com o som da porta do quarto dele a abrir e fui ver o que se passava. Ele tinha ido até à  sala mas como não encontrou ninguém e estava tudo escuro estava a voltar para trás e quando me viu esticou os braços a choramingar para lhe pegar ao colo.

Peguei-lhe e andei a ver se encontrava água para lhe dar, porque ele nunca pede nada e eu tenho que continuar a tentar adivinhar o que ele quer por tentativas. Não encontrei nenhuma garrafa de água na sala por isso voltri ao quarto dele e tentei convencê-o a deitar-se no meu colo mas ele entrou em modo de birra, dizzendo não a tudo e abanando-se violentamente cada vez que eu lhe tocava.

O Pedro, que tinha acabado de adormecer, acordou com o barulho e lá foi buscar um copo de água, mas por esta altura o Tiago já estava na sua fase de recusar tudo, incluindo aquilo que até pode querer e já não valia a pena.

Acabou por se aconchegar no colo do pai e fez a rotina de ir para a cama toda de novo.

Eu aproveitei para voltar a por a grade na cama porque é um perigo ele andar pela casa sem vigilancia. Para além disso, se não conseguir sair da cama volta a adormecer passado pouco tempo e sem a grade acabamos por acordar todos e perder uma hora a meio da noite por causa da birra de sono. Vamos esperar até ele ser mais crescido e um pouco mais obediente para voltar a tentar a cama normal.

Andamos a sentir-nos muito cansados e a precisar de férias, mas se as férias forem como os fins de semana vão ser uma tortura. Estamos a considerar arriscar e ir mesmo passar uns dias a qualquer lado, para mudar de rotina pelo menos.

Sempre a andar

Depois de ir buscar o Tiago à  escola fomos ao jardim infantil, onde ele esteve a brincar com um colega que também costuma ir lá quando sai. Ao princà­pio não se entendiam muito bem mas entretanto já se dão lindamente e parecem gostar de brincar juntos.

No caminho de volta perguntei ao Tiago se queria ir a pé e como ele disse que sim, resolvi experimentar. Acabou por vir o caminho todo até a casa a pé, sempre de mão dada e sem birras. Fiquei muito espantada mas satisfeita por saber que ele já aguenta. É claro que o risco é que no dia em que eu decido deixar de levar o carrinho ele faz uma das suas birras de se atirar para o chão e tenho de o levar ao colo o caminho todo, mas alguma vez vou ter de tentar…

Pedro na FHM

A entrevista que o Pedro deu à  revista de gajas FHM sobre o seu blog, macacos.com saiu na página 35 da edição de Julho de 2009.

Eu li as respostas originais e acho que o que saiu na revista está com um tom ligeiramente mais arrogante do que o original (a começar pelo cabeçalho), graças a um cut and paste criativo (nada como tirar frases do contexto para lhes dar um tom mais controverso), mas no geral não ficou mal.

A foto foi tirada por mim, na nossa sala, e podia ter ficado com uma luz melhor se tivesse mais tempo mas foi um bocado à  pressa e é o que se arranjou. Acho que as fotos com o capacete militar ficaram mais giras mas suponho que lhe davam um ar demasiado lunático e no fundo não tinham qualquer relação com o tema 🙂

Quem lê o macacos.com tem assim a oportunidade única de poder comprar uma revista de mulheres semi nuas (que ainda por cima é a edição das 100 mais sexy do ano) com a desculpa honesta de que é ‘por causa da entrevista’.

A festa de fim de ano escolar

Passei toda a manhã a terminar o upgrade de software da loja e já está online outra vez. Espero que esta versão seja mais segura.

De tarde estive a fazer maquetes para um trabalho que parece que nunca mais acaba. Em todos os anos em que faço webdesign nunca passei tanto tempo na fase de maquete.

Acabei mesmo a tempo de me ir vestir para a festa de fim de ano da escola do Tiago. Acabei por usar uma versão um bocado watered-down de 80’s look mas foi o que se arranjou – jeans claros, All Stars, tube-top verde fluorescente com um top preto de renda por cima, montes de fios de prata ao pescoço e enrolados no pulso, um brinco com um clip, eye-shadow azul e rosa e baton frosted pink.

Como esperado, as pessoas que ligaram minimamente ao pedido de vestir à  80’s eram cerca de um por cento,no  máximo.

Os miúdos estavam muito giros e o Tiago até estava a seguir a coreografia com bastante entusiasmo, pelo menos até a educadora distribuir pelo palco umas caixas de chiclets gigantes e não lhe dar nenhuma a ele. Aà­ fez beicinho, foi para o fundo do palco amuar e já não fez mais nada.

Ainda ficámos até à s sete e vimos mais umas quantas actuações. Uma delas, com os miúdos muito rock-and-roll, com guitarras e gel no cabelo a fazer de conta que tocavam uma música dos Bon Jovi estava o máximo e o miúdo do meio era super expressivo 🙂

Fomos a casa deixar o carrinho e depois voltámos a sair para ir ao jantar de aniversário da minha mãe. O Tiago fez birra porque lhe desliguei a televisão e não queria sair de casa mas depois portou-se bastante bem no restaurante e conseguimos ficar até ao fim.

O meu irmão, a Ana e o Gabriel também apareceram e eu passei o jantar a ter uma grande conversa com o meu sobrinho que aos 8 meses já está muito comunicativo. O Tiago não achou muita piada mas também não chegou a reagir mal e eu fiz os possà­veis por distribuir a atenção pelos dois.

Quando o Tiago estava a começar outra birra era hora do bolo (brigadeiro de chocolate, ainda por cima) e acalmou-se novamente. Soprou a vela e esteve a besuntar-se de chocolate durante um grande bocado. A minha mãe deu-lhe uma fatia enorme por isso aproveitei para lhe tirar o prato quando ele precisou de beber água. É cruel mas acho que com esta idade não é muito boa ideia abusar dos doces daquela maneira – se nem eu consegui comer uma fatia daquelas inteira, não queria arriscar mais um vómito noturno por ter comido demais.