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ATL

Hoje tive uma manhã complicada. Apesar de me levantar à s 7, não consegui arrancar as crianças de casa antes das 10.30. A Joana nunca mais acabava de comer a torrada e depois demorou uma eternidade a escolher a roupa (que tem de ser ela a escolher, desde as cuecas até ao elástico do cabelo). O Tiago levantou-se já depois das 9, comeu calmamente e foi para o chão do quarto fazer de conta que se vestia. A Joana foi à  casa de banho mas fez xixi no chão em vez de pedir para usar a sanita. Não percebo porque é que agora lhe deu para isto mas já é a segunda vez. Lá tive eu de ir buscar a esfregona e metê-la na banheira.

Quando finalmente consegui ter toda a gente vestida, calçada, alimentada e pronta para sair, já estava pelos cabelos.

Com todo este atraso, o pai já há muito tinha ido trabalhar e nós fomos então a pé para a escola. A Joana chorou um bocadinho, porque o regresso depois das férias nunca é fácil, e o Tiago esteve na conversa com os amigos.

Eu e o Tiago fizemos o caminho todo para trás e fomos à  escola dele inscrevê-lo no ATL. Assim que lá chegou encontrou um amigo e passou a hora seguinte a correr de um lado para o outro na brincadeira enquanto eu preenchia os papéis. Quando terminei a inscrição, não se queria vir embora.

Deixei-o ficar e vim a casa fazer o pagamento e buscar os documentos que faltavam para terminar a inscrição e fui buscá-lo à  hora de almoço. Como não estava previsto ele entrar nesse dia, não o ia deixar lá a almoçar mas voltou de tarde porque eu tinha de ir a Lisboa comprar ferramentas para o curso de Joalharia. A ideia é deixá-lo lá durante perà­odos pequenos só para começar a conhecer a escola e os colegas.

Vamos ver se quer voltar amanhã 🙂

– Tools make me aggressive

– I began metalsmith jewellery classes yesterday, so today I had to go buy a few tools I was missing, and also some fine silver to learn how to make my own sterling.

I’ve worked with wire and other materials for quite a few years now, but I felt that I would benefit from learning more advanced techniques from a real jeweller, rather than trial and error that tends to waste a great deal of material. Your mistakes can become quite expensive when you’re dealing with precious metals, so it’s good to have some guidance.

As I was coming back with my little bag of tools, I started thinking this would be a really bad day to get mugged. I wasn’t carrying a lot of silver, as you can tell by the picture, but it was still expensive, damn it, and I was feeling a little uneasy. The funny thing is that, because I was also carrying a hammer, and I’ll grant you that it wasn’t a very big hammer but it can still cause some damage, my mind kept shifting from “please don’t look at me, I’m not even here” to “mess with me and I’ll smash your skull in.” I think it’s a good thing I had an uneventful trip back home. I’d hate to spend my next jewellery class in jail.

At the back of the picture you can also see some of the new resin pendants I’ve been making recently.

Primeira aula de joalharia

Fui para a primeira aula de joalharia com 7 ou 8 kg de ferramentas à s costas para o professor escolher o que serve e o que falta. Felizmente da próxima vez vou mais leve. As ferramentas principais ficaram lá e as coisas mais pesadas, como os martelos, não é preciso levar.

Vou começar por fazer liga de prata e depois uns brincos em chapa que incluem aprender a fazer a mola para os brincos post, que já vi como se faz em teoria mas nunca experimentei na prática. Tenho agora de fazer o projecto para os brincos e começo a fazê-los para a semana.

As colegas de curso parecem todas muito simpáticas. Algumas já andam lá há anos e gostam tanto daquilo que continuam. É bom sinal 🙂

Serviços que tratam os clientes como ladrões

O primeiro dia depois das férias é sempre um bocado caótico e hoje não foi excepção. A Joana volta para a escola mas o Tiago fica em casa, para além da mochila com toalha, lençóis, escova de dentes , mudas de roupa, etc, ainda é preciso levar os sacos com o material escolar para este ano, e acaba sempre por faltar qualquer coisa. Desta vez foi o Pedro que se esqueceu da carteira, algo que só notou depois de ter estacionado no parque da estação de comboios.

Para ele não ter de voltar a casa a pé, o que é um grande esticão, especialmente com este calor, e não interessa nada ir trabalhar a escorrer de suor, ofereci-me a levar-lhe a carteira. Agarrei no Tiago e fomos para a estação de metro (MTS) onde tentei, por duas vezes, carregar o cartão com um bilhete simples. De ambas as vezes deu erro de carregamento e, em vez da máquina cuspir fora as moedas, como devia numa situação destas, cospe antes uma nota de crédito e diz-me para me dirigir a uma estação que tenha atendimento (que se resume a duas dentro da cidade).

Para não haver mais confusões com o cartão que tinha claramente deixado de funcionar, e porque depois de perder dois euros estava a ficar sem moedas, rasguei-o e deitei-o fora, não fosse acontecer o mesmo novamente. Que atrocidade que eu fui fazer. Aparentemente devia ter parado para ler as letras miudinhas.

Depois de entregar a carteira parei na estação de Almada e dirigi-me ao guiché com as duas notas de crédito. A senhora que me atendeu recusou-se a devolver o dinheiro – ou carregar os bilhetes no cartão novo que fui entretanto obrigada a comprar para substituir o outro, porque já não tinha o cartão que deu erro. A minha reacção foi a que considero lógica: então eu tenho aqui a nota de crédito, qual é o problema?

A resposta, que acho altamente insultuosa para um cliente é a seguinte: aparentemente a senhora tem de verificar se o cartão que eu tentei carregar era mesmo o meu porque eu podia andar por aà­ à  cata de notas de crédito que outras pessoas deixam na máquina. Ou seja, eu posso ser uma criminosa perigosa que anda a assaltar velhinhas indefesas e a roubar-lhe as notas de crédito que as máquinas de bilhetes atiram em vez de fazer o seu trabalho ou devolver o dinheiro que retiveram.

Resmunguei e acusei-a a ela de estar a roubar-me a mim até a senhora ceder com a conversa do “mas veja lá que é só desta vez”. Sim, porque eu faço isto todos os dias – faz parte da minha carreira criminal.

Acho inacreditável e inaceitável a camada de burocracia e insultos que os chamados “serviços ao público” teimam em atirar para cima dos clientes. Já agora não quer uma ordem de tribunal e uma amostra de DNA? É que a desculpa não faz sentido nenhum.

E se alguém, por acaso, deixa ficar uma nota de crédito na máquina, é problema da pessoa, não da empresa. Se ninguém reclamar é a empresa que fica com o dinheiro sem o merecer, logo, quem são eles para se armarem em detentores da verdade neste caso?

Eu compreendo que há pessoas más, mentirosas e capazes de tudo, mas para uma grande empresa, que ainda por cima depende da utilização dos seus serviços pela população, seria de esperar que tentassem tratar bem os clientes. Em vez disso acham boa polà­tica mandar embora pessoas que têm na mão o comprovativo da falha do serviço com desculpas idiotas e insultos.

A pior parte é que este tipo de serviços, por pior que seja, não vai à  falência porque são suportados pelos nossos impostos, por isso acham que não têm de se esforçar muito.

Não digo que isto seja uma caso terrà­vel mas é apenas uma pequena amostra da atitude no geral. Já não é a primeira nem segunda vez que tenho problemas com o MTS e provavelmente não tenho mais porque uso pouco. Entre atrasos gigantescos, portas a fechar em cima das pessoas, falta de informação importante e mau serviço aos clientes, já para não falar do elevado custo dos bilhetes e nos atropelamentos, que acredito que não sejam inteiramente culpa deles, é um bom exemplo de como Nà‚O gerir uma empresa de serviço ao público. E eu até era a favor do metro no inà­cio. Naive human.

Cartões vintage

Já que estava em modo de cartões fiz mais uns com umas cartolinas lindas que encontrei recentemente (ir a papelarias comprar materiais para os miúdos é sempre um risco). Não resisti a fazer uns cartões com aspecto vintage com o padrão das rosas. Usei rendas e gaze para dar textura e fotos e ilustrações antigas como foco do layout.

A ilustração e foto dos primeiros cartões veio da Graphics Fairy. O último cartão tem uma das fabulosas borboletas da Shery K designs.

Os meus cartões estão todos no pinterest.

Cartão iris

Há algum tempo descobri este template que ensina a fazer um cartão com uma iris que abre e fecha. Na altura faltavam-me os brads para prender as peças, por isso só agora experimentei. Como dá trabalho a cortar as peças todas, fiz logo três de seguida para poder experimentar diferentes decorações, e também porque um deles estava prometido há muito 🙂

Os meus cartões estão todos no pinterest.

Formação e prática

Não sei se é de estar quase a fazer 40 anos ou por ter um filho que já vai entrar para a escola primária (perdão, 1º ciclo, como se mudar o nome fosse alterar alguma coisa), mas ultimamente ando a pensar na vida.

Ao examinar tudo aquilo que não fiz e deixei escapar, devido à s prioridades do momento ou por influência de medos irracionais, e aquilo que ainda quero vir a fazer, tenho andado a planear o futuro.

Resolvi começar a desenhar. Estou com falta de prática mas pelo menos sei o que quero fazer e como lá chegar. É daquelas coisas que gostava de fazer quando era mais nova e que acabei por largar quando deixou de ser divertido e passou a ser algo que tinha de ser avaliado e criticado. Nada como um curso de artes para nos tirar a vontade de pegar no lápis.

Fui também inscrever-me numa formação de Joalharia. Não é um curso oficial mas é ano de aulas práticas, num atelier de joalharia, para aprender algumas técnicas novas que conheço em teoria mas que são difà­ceis de aperfeiçoar sem ajuda.

Falta ganhar coragem para ir tirar umas aulas de condução. Não volto a pegar num carro sem ter umas aulas extra para ver se perco o medo. Acho que condução defensiva é capaz de ser a minha melhor hipótese, já que o que me causa stress na estrada são os idiotas dos outros condutores. Enfim, uma coisa de casa vez.

Brincadeiras com iclay – iclay crafts

Comprei iclay para brincar com os meus filhos durante as férias. iclay é uma alternativa à  plasticina muito maleável e leve. É feito na Coreia e na verdade está mais próximo do Fimo e Biscuit do que da plasticina porque não racha ou fica com bolor quando seca.

Seca ao ar, é extremamente flexà­vel e é super fácil de misturar cores. Parece que estamos a brincar com pastilha elástica, pela forma como a massa estica até ficar apenas um fiozinho fininho mas não é tão pegajoso nas mãos. Pelo contrário, tem uma consistência que parece quase coberta de pó e portanto é mais limpo do que a plasticina. A única vez que fiquei com as mãos manchadas foi quando borrifei um bocadinho de água na massa que estava a ficar seca.

Os fabricantes dizem que se adicionar água e voltar a fechar a massa seca no recipiente que esta volta a ficar mole, o que quer dizer que não é preciso deitá-la fora mesmo quando os miúdos se esquecem de por a tampa na embalagem. Ainda não experimentei fazer isso mas se for verdade é fantástico.

O que gostei nesta massa de modelar é que quando seca fica com uma consistência de borracha esponjoja em vez de ficar duro como o Fimo. Fica fofinha e apetece apertar 🙂

E melhor que isso, se fizermos uma bola e deixarmos secar, ficamos com uma bola saltitona. O Tiago ADOROU isso!

iclay_heart

Tenho andado a trabalhar com resina últimamente e a minha filha pediu-me para ficar com um dos corações que fiz. Depois pediu para o transformar num colar. Como era um dos que têm contas de vidro milefiori no interior, é quase impossível fazer um furo perfeitinho coma broca porque a resina é mais mole do que o vidro e a broca desliza nas contas de vidro e faz uma grande porcaria. Decidi experimentar fazer uma moldura de iclay para o coração.

Tal como o Fimo, o iclay não cola bem a vidro ou resina mas ficou justo o suficiente para o coração não cair. Coloquei um arame no topo para prender ao fio e deixei secar. O arame vai sair facilmente porque a borracha é demasiado mole e rasga com alguma facilidade, mas também é fácil de voltar a por no sí­tio, adicionando mais um bocadinho de massa.

Não ficou perfeito porque foi feito com a “ajuda” da Joana, mas a ideia era precisamente deixá-la fazer o seu próprio colar.

A melhor caracterà­stica da moldura feita com iclay é que, como se transforma em borracha, protege os cantos da resina contra quedas e riscos. Estou a considerar fazer uma capa para o iphone com este material. Aposto que funciona para proteger os cantos contra quedas acidentais. E o melhor é que posso escolher as cores que quiser. – I bought some iclay to play with my kids during the holidays. iclay is a really soft, super light, alternative to plasticine. It’s made in Korea and it’s actually closer to polymer clay and biscuit because it doesn’t crack or become mouldy when it dries.

It’s an extremely flexible air-dry clay and it’s really easy to mix colours. It feels a lot like playing with chewing gum because when you try to pull it apart it stretches until forming really thin strings, but it’s not as sticky on your hands. In fact, it’s got an almost powdery feel and the only time it stained my hands was when I sprayed some water onto it because it was beginning to dry up.

They even say that if you add some water to a fully dried piece and place it back inside the closed container that it will become soft again and you don’t ever need to throw it out. I haven’t tried doing that yet but if it’s true it’s pretty cool.

But what I really liked about it is that when it’s dry it turns into foam rubber. It’s not hard plastic like cured polymer clay. It’s soft and you can squeeze it in your hands. In fact, if you roll it into a ball and let it dry, you’ve got a bouncy ball – my son LOVED that!

iclay_heart

Above is a resin heart with iclay frame. It’s far from perfect because I had “help”
from my 3-year-old daughter 🙂 It was her necklace, after all.

I’ve been working with resin lately, and my daughter asked if I’d give her one of the hearts I made. Then she wanted to turn it into a necklace. It was one of the milefiori hearts, so it has glass beads inside, making it almost impossible to drill a hole through the top because the resin is softer than the glass and the drill bounces off the glass beads and makes a mess. I decided to try using the iclay to make a frame for the heart.

Just like polymer clay, it doesn’t bond with glass or resin very well, but it was a snug enough fit that it won’t fall off. I attached a wire loop on the top and let it dry. The wire loop may be yanked out in time but it’s easy enough to replace with a little more clay.

The best thing about the iclay frame is that it, because it’s rubber, it protects the edges of the resin, so if my daughter drops it it will bounce and be more resistant to breaks and scratches. I’m considering making an iphone cover out of it. I think it would work perfectly against accidental drops and I can mix my own colours 🙂

Bijutaria em resina – Resin Jewellery

Há algum tempo pediram-me para reparar uma pregadeira à  qual faltava um vidrinho facetado. Pela forma e cor do vidro, percebi que ia ser impossível encontrar um igual pelo que a única opção era fazer um para substituir. Fiz um molde em silicone e depois de considerar e descartar a opção de fazer uma réplica em Fimo, decidi que a resina era o material mais adequado.

Nunca tinha usado resina mas adoro experimentar novas técnicas e materiais por isso era um desafio excitante. Informei-me em grande detalhe sobre os problemas que podem ocorrer e como resolvê-los e as medidas de segurança a tomar. Comprei os materiais necessários e fiz uma pequena dose para começar. A primeira experiência correu bem e fui ganhando mais confiança e entusiasmo pelas possibilidades do material.

Aqui estão algumas das peças que fiz até agora. Não vou por à  venda na loja online porque sinceramente estou a considerar acabar com ela e lidar directamente com clientes por mail ou pelo facebook. A necessidade de efectuar registo, apesar de ser um passo necessário porque preciso de ter a morada de envio da pessoa, causa alguma confusão porque algumas pessoas acham que o registo envia automaticamente a encomenda e não fazem check-out. Queria simplificar o processo e torná-lo mais personalizado.

– I had a request some time ago to replace a faceted glass cab on a brooch. The stone had such a specific size and cut that i knew I wouldn’t be able to purchase another to match. While considering alternatives I first thought about polymer clay, simply because I’m familiar with it and it would be easy to replicate the stone. With that in mind I made a silicon mold out of one of the matching cabs but it was obvious from the start that polymer clay wouldn’t work because it’s opaque. I could match shape and color but it would always lack transparency.

That’s when I thought about resin. I’d never worked with resin before but I’d seen it on sale at my craft store and I’m always up for a new technique so I decided to try.

Since I needed to mix a larger amount than the one required for one tiny little cab, I planned what else I might want to do with the resin before taking the plunge. I bought some cupcake silicon moulds and made a few more of my own. I saw a lot of tutorials on YouTube and read up on safety and what could go wrong before mixing a small batch of resin (30 ml out of the 150 ml package). I experimented with adding color by using soft pastels and ballpoint pen ink and trying out all the moulds I’d done.

In the end I decided to buy glass varnish to add color to the resin since I couldn’t get the other materials to mix properly. It worked perfectly. The color was only a little darker than I intended but I think it’s not terribly noticeable. I finished the brooch and in the process became rather obsessed with making jewellery out of resin. So much so that I just bought my third package and feel like I’ve only just scratched the surface of what I can do with it.

The only downside is that it can’t take any heat since it would be perfect if I could bake it inside a polymer clay frame. As it is, if I want to mix the two, I’ll have to bake the clay and then glue the resin cab to the finished frame, but I’m sure that will also work.

I may do a tutorial post on resin soon, once I feel confident enough I know what I’m talking about 🙂

In the meantime, here are some of the first pieces I’ve done, mostly with cake sprinkles.

Experiências com resina – More resin jewellery

Depois de todos aqueles sprinkles, resolvi fazer peças de resina com outros objectos lá dentro. Foi super divertido.

O que aprendi durante o processo foi que é preciso planear a colocação dos elementos se for necessário fazer um furo mais tarde. Vidro, metal e outro materiais duros não são fáceis de furar e nalguns casos optei por utilizar a técnica de wire weaving em vez de fazer um furo para pendurar.


Pendentes cupcake com sprinkles no interior

Pendentes com o tema oceanos.
Vêem-se algumas bolhas de ar mas neste caso gosto do efeito porque parecem objectos
dentro de água.


Impressões em papel.
Estes não resultaram tão bem porque o papel não foi isolado convenientemente e ficaram
manchados pela resina. Fora as manchas, gostei do aspecto.


Pendentes com clips.
O da esquerda ficou durado porque lhe adicionei verniz para as unhas, que reagiu com a resina. Dá-lhe um efeito vintage.


Outro coração com sprinkles e um pendente de inspiração steampunk.
Fiz uma base curva em metal e deitei algumas peças de relógio para dentro da resina. Adicionei cor à  primeira camada de resina e depois deitei camadas posteriores transparentes para arredondar o topo.

Usei peças de relógio em plástico porque foi a primeira experiência e não quis arriscar-me a estragar as peças metálicas, que me custaram tanto a reunir. Afinal até resultou bastante bem. – After all those sprinkles I decided to make resin pieces with other objects inside. I can’t tell you how much fun it is.

What I’ve learned in the process is to plan the placement of the objects if you’re going to have to drill later. Glass, metal and other hard objects will not be easy to drill through and in some cases I opted for wire wrapping the whole piece rather than drill to insert a bail.


Cupcake pendants with sprinkles inside

Ocean themed pendants.
There are air bubbles in these but I like the effect because it looks like the objects are under water.


Paper inserts.
These were a fail because the paper wasn’t sealed properly.
I diluted the wood glue with water and I shouldn’t have.
Still, they look nice, aside from the unseemly blotches.


Paper clip pendants.
The one on the left turned a golden yellow because I added some nail polish to the resin.It gives it an aged effect.


Another heart with sprinkles and a Steampunk inspired pendant.
I made a bezel and dropped some watch parts into the resin.
I added color to the first layer of resin and then added extra clear layers on top to dome it. I used plastic watch part since this was meant as a first experiment and I didn’t want to risk ruining the better metal ones 🙂

Joana, 3 anos

No dia 14 de Julho a Joana fez 3 anos. Há uns meses memorizou a data do seu aniversário que repetia a quem perguntasse. o irmão de 6 anos ainda não sabe em que dia nasceu 🙂

kittyA preparação para o aniversário começou uns dias antes. Na sexta feira passei o dia a fazer bolachas da Kitty, porque já tinha prometido. Dá mais trabalho do que parecia porque resolvi fazer a camisola e o lacinho de outra cor e mais os olhos e nariz com bolinhas pretas, em vez de me limitar a cortar a pasta de açúcar de uma só cor e pronto. Ao fim de vinte bolachas já não podia olhar para a Kitty e devo ter feito umas setenta. A mania do perfeccionismo dá cabo de mim mas enfim, é só de vez em quando. Os cortadores comprei na loja da Mafalda, como sempre.

No sábado tive o prazer da companhia do meu irmão e famà­lia a quem já não via desde o Natal. O Gabriel está grande e já só fala inglês, com uma pronuncia adorável. Sinto-me completamente tosca em comparação 🙂

kitty2Fomos todos ao cinema ver o Despicable Me 2 (menos a minha cunhada Ana que foi almoçar com umas amigas). Os três miúdos portaram-se lindamente durante o filme. O Tiago adorou e fartou-se de rir. O Gabriel teve medo dos Minions roxos mas gostou imenso da galinha. A Joana a certa altura levantou-se e eu temi que tivesse chegado ao limite da sua paciência para ficar quieta na cadeira, mas afinal era só porque se queria sentar ao lado do primo e depois voltou a acalmar.

De tarde resolvemos dar a nossa prenda grande à  Joana – uma casa de bonecas maior que ela – para ela ter algum tempo para brincar com aquilo durante o fim de semana, já que implicava montar. Depois de tudo montado a Joana e o Gabriel passaram o resto da tarde e noite a brincar com aquilo, lado a lado. Isto depois de terem andado os três a “fazer nevar” esferovite. Odeio esferovite. Mandei-os fazer lixo para o terraço em vez de na sala e mesmo assim foi uma trabalheira limpar tudo, mesmo com quatro pessoas a ajudar. Mas pronto, por mais trabalho que dê acho que estes pequenos momentos de divertimento infantil valem a pena. São as pequenas coisas que ficam na memória.

casinha

No domingo passei a manhã a por a mesa e arrumar a casa. A famà­lia veio lanchar e comer bolinho e foi giro ver o Tiago e o Gabriel a correr pela casa até escorrerem suor e a Joana com o seu fascà­nio pela prima Ema, que está super gira e agora já gatinha por todo o lado. Felizmente tinha-me lembrado de guardar os copinhos e outras peças pequenas da casa de bonecas antes dela chegar.

A Joana recebeu princesas, bailarinas, bebés, livros e roupa, e nós demos-lhe um dossel rosa para a cama, para dormir como uma princesa. Anda muito nas princesas agora.