Esta noite o Tiago dormiu finalmente sem interrupções. É claro que fez uma birra monumental ontem à noite quando foi para a cama (depois de ter estado ao colo do pai meia hora, sempre cheio de sono mas a fazer um esforço enorme por manter os olhos abertos, como é hábito), mas depois adormeceu e ficou. Se andar tão cansado como nós, não é de espantar.
Esta manhã começou a chorar (sempre sem lágrimas) assim que percebeu que iamos a caminho da escola. Quando lá chegámos não queria tirar o casaco, sempre numa de colaborar o mànimo possível, em sinal de protesto. Só que os meninos preparavam-se para pintar e quando a educadora lhe começou a mostrar o pincel e as tintas o Tiago começou a ficar interessado e a berraria acabou. Foi para o colo da educadora escolher mais cores de tintas do armário e quando me despedi ele disse-me adeus com a mão, mandou-me um beijinho e virou-me as costas, ou seja, ficou sem qualquer problema.
Eu já sabia que ele gostava dos trabalhos manuais (aliás, tem a quem sair – estranho seria o oposto) mas agora fiquei a saber que têm mais interesse que a mãezinha 🙂
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Manhã no parque
Conseguimos finalmente ir passear com o Tiago. Há semanas que ou está mau tempo ou estamos doentes e não tem dado para passear. Mas hoje estava solinho e era uma oportunidade a não perder.
Fomos até ao parque e levámos o triciclo do Tiago que o Pedro andou a empurrar, algumas vezes a correr, fazendo com que o exercício seja só para nós já que a criança vai sentadinha. Mas como ele tem andado um bocado em baixo, também não se podia pedir muito.
Depois de uma grande volta, o Tiago lá se fartou de estar sentado. Bebeu água e andou um bocadinho e depois pediu colo e tive de andar com ele o resto do tempo.
Ainda parámos para ver os patinhos e o Tiago insistiu em ir mesmo até ao lago, ficando com os sapatos enterrados na lama. Tirá-lo de lá deu origem a uma birra e lá teve de vir ao colo e à s cavalitas do pai o resto do caminho até ao carro.
Comeu um bocadinho de sopa e dormiu uma sesta bastante longa. Como também andamos exaustos aproveitámos e fomos deitar-nos mas acabei por não conseguiur dormir muito e o Pedro acordou com uma bruta dor de cabeça. Parece que tentar descansar durante o dia só faz pior.
Depois tivemos que deixar o Tiago com os avós para ir à s compras. Ele costuma gostar de lá ficar mas hoje fez uma birra igual à s que faz quando o deixo na creche. Mas ir com ele é sempre complicado, especialmente num dia em que ele pode vomitar a qualquer momento.
Fomos comprar prendas de aniversário para o Tiago e o meu irmão, que fazem ambos anos para a semana, comida e umas decorações para a festa de aniversário, bem como ingredientes para fazer o bolo que tenho de levar para a escola já que faz parte do ritual dos aniversários por lá.
O Pedro foi buscar o Tiago a casa dos pais, já ele tinha jantado e estava desejoso de voltar para casa. Passou o tempo todo no colo até ir para a cama.
Hoje ainda não vomitou. Espero que não aconteça outra vez durante a noite…
Sim
O Tiago começou a dizer ‘sim’. A primeira vez foi na quinta feira, repetindo o que o pai disse mas agora já usa o sim como resposta a perguntas, em opção ao na-na. Ou seja, já não diz que não a tudo, o que é muito útil.
Ontem à noite voltou a vomitar o jantar por isso hoje tentámos dar-lhe pouca comida de cada vez para ver se fica lá alguma coisa. Até agora tudo bem. Dá para perceber que ele prefere liquidos e texturas fluidas – água, leite, sopa, fruta em papa – do que sólidos que tem de mastigar, apesar de ter dado umas dentadinhas no pão, de manhã. Mas andava mais a passear o pão pela casa do que a comê-lo.
Continua acima de tudo a parecer muito cansado e vai para a cama sem protestos.
É claro que esta noite, para além de acordar por causa do vómito, voltou a acordar à s 4 damanhã e não queria voltar a dormir. Achei que teria fome por isso fui buscar fruta e ele comeu e bebeu água. Só que depois só queria colo e recusava-se a voltar para a cama. Eu estava exausta mas fiquei com ele ao colo durante um bocado e depois tentei deitá-lo novamente. Ele pos-se logo de pé e começou a chorar, por isso fui buscá-lo e fiquei novamente com ele ao colo mais 15 minutos. Quando nova tentativa de o por na cama falhou, levei-o para a minha cama mas ele só queria estar deitado em cima de mim. Ao fim de uma meia hora e como ele não adormecia achei que chegava e fui po-lo na cama. Berrou durante um bocado mas acabou por adormecer. Custa-me deixá-lo a chorar mas a alternativa era pior porque ele estava cheio de sono e não estava a conseguir adormecer de outra forma. Se quisesse só estar ao pé de nós não me importava de o deixar na minha cama, mas ter 12 kg em cima do peito o resto da noite não dava.
Raios
A minha infecção na garganta voltou. Pelos vistos o antibiótico não funcionou. Já estou a tomar outra a ver se é desta.
O Tiago continua a vomitar diariamente. Ontem foi para a escola, depois de ter ficado em casa na quarta feira. Esteve bem de manhã mas vomitou o almoço e pelos vistos a papa do pequeno almoço também, juntamente com montes de expectoração. Depois esteve bem o resto do dia. à noite foi examinado pelos meus sogros que voltaram a não encontrar nada de errado e apesar de parecer um bocado quentinho a temperatura não passou dos 37 e pouco. Estava era com muito sono.
Hoje voltou a ir para a escola. Fez a birra do costume porque de repente deixou de querer ficar lá e voltou a vomitar o almoço.
Começo a achar que pode estar a desenvolver uma intolerancia à lactose ou algo do estilo porque parece que não está a digerir o pequeno almoço. Vamos ter de lhe mudar a dieta ligeiramente a ver se faz diferença.
Mais um dia em casa
Quando fui levantar o Tiago de manhã dei com a cama coberta de vómito. Depois de o lavar e vestir fui arranjar-lhe a papa. Antes de começar a comer ele tossiu e começou a vomitar outra vez.
Uma vez é um acidente, duas já pode indicar algo pior, por isso fiquei com ele em casa outra vez. Como não tem febre nem diarreia – até agora – o mais provavel é ser apenas o esforço da tosse constante que o faz vomitar mas não ia ficar muito descansada se o levasse para a escola porque ia passar o dia à espera de um telefonema.
Estou desejosa que acabe este inverno. Já não aguento este estado de doença constante do Tiago.
Update: achei que era bom sinal ele comer o pequeno almoço mas já vomitou a papa toda. Nada como passar o dia a lavar vómito do chão….
Já não estou tão confiante que seja só a tosse.
Regresso à escola
Depois de ficar em casa uma semana graças a uma virose inesperada (aren’t they all?), o Tiago voltou hoje à escola.
Esta noite voltou a dormir mal, acordando muitas vezes com tosse (desta vez parece uma tosse alergica, despoletada pelo frio porque não está constipado). Acabou por acordar uma hora mais cedo do que o habitual e até parecia bem mas é natural que estivesse muito cansado.
Fez uma ou duas birras a sair de casa e a caminho da escola e quando o deixei ficou a berrar desesperado. Fui à secretaria pagar e depois fui ouvir à porta da sala, com esperança que já tivesse acalmado mas ainda o ouvi. Já não era um choro tão histérico mas ainda não estava nada bem.
Passadas umas horas resolvi telefonar só para ter a certeza que já tinha passado e disseram-me que sim, que já estava a brincar sem problemas. Acredito que sim mas custa sempre. É dificil não sentir que o estou a abandonar mesmo ao fim destes meses todos, mesmo sabendo que ele tem momentos em que gosta de lá estar e que já tem amigos e tudo.
O Tiago anda numa fase de mudança muito grande ultimamente. Com a aproximação do segundo aniversário e o facto de ter começado a falar, é natural que existam algumas mudanças de comportamento. As birras começaram a ser mais intensas e frequentes, sempre daquelas de se atirar para o chão e não querer nada connosco nem se distrair com nada até resolver parar, mas também tem momentos de afecto em que nos vem abraçar ou dar beijinhos e faz festas aos gatos e aos brinquedos. Começou a querer adormecer ao colo com muita frequencia ou a recusar-se a dormir, começou a despir-se sozinho e ocasionalmente já consegue calçar um sapato, quer fazer cada vez mais coisas sem ajuda mas à s vezes levanta-se da mesa e entrega-me o prato para lhe dar o resto da comida à boca apesar de já comer sozinho há meses.
Enfim, tem uma série de contradições tàpicas da idade mas que fazem com que seja complicado prever uma situação ou saber como lidar com ele em certos momentos. É muito dificil para um adulto que está habituado a lidar com as situações através da lógica conseguir comunicar com uma criança que reage de forma puramente emocional e não sabe ainda controlar a frustração.
Woof woof
Ontem à tarde o Tiago andava a empurrar o seu carrinho de compras pela casa. Foi até à varanda e pouco tempo depois veio ter comigo a pedir colo. Peguei-lhe e ele disse oof oof. Eu fiquei uns momentos a perguntar o que ele queria dizer com isso e de repente fez-se luz: queria que eu o levasse ao colo à varanda para ver o cão dos vizinhos que passa a sua triste vida fechado na varanda. É uma pena para o pobre do cão mas o Tiago, que não comprrende ainda essas coisas, diverte-se a espreitar o bicho e a tentar comunicar com ele na sua linguagem oof oof.
O que acho mais giro é que ele tenha aprendido a dizer woof woof para cão em vez de au au.
Aliás, ficámos recentemente impressionados com o facto dele já imitar as vozes dos animais todos, incluindo elefantes e outros seres mais improváveis. E pelos vistos começou a usar esses sons como forma de comunicação temporária até aprender palavras mais complexas. É muito giro ver como se vai desenrascando com as limitações que ainda tem.
Meiguices
Estavamos nós a tentar convencer o Tiago que estava muito cansado e era hora de ir para a cama quando, no meio de um grande monologo, se virou para mim, me deu um grande abraço, seguido de um beijinho e depois fez o mesmo ao pai.
No meio de mais uma cena de ‘lá vamos nós ficar aqui duas horas a ver se ele dorme’ acontece uma coisa destas e ficamos todos derretidos.
Como é que eles aprendem a ser tão manipuladores tão depressa? Raio dos miúdos!
Dobragens
Nunca gostei de dobragens. Também nunca gostei muito de ler livros traduzidos. à s vezes tem de ser porque sei muito poucas linguas, mas quando posso prefiro sempre ver e ler na lingua de origem.
Não é um preconceito contra a nossa lingua. É apenas uma sensação de que está alguém a meter-se entre mim e o autor do livro ou filme. Isso é muito óbvio em situações em que é necessário traduzir certas expressões que não existem na nossa lingua e para as quais os tradutores inventam algo que lhes parece equivalente. Isso é muito comum quando é preciso traduzir letras de musicas em livros de BD, por exemplo, em que muitas vezes preferem substituir pela letra de uma música portuguesa em vez de traduzir a letra original.
O tradutor toma estas decisões para adaptar o conteúdo ao público nacional mas ao faze-lo está a mudar o conteúdo original, tornando-se parcialmente autor da obra pela sua interferencia. Por isso, eu prefiro sempre que possivel, ter uma conversa mais directa com o autor, sem intermediários.
No que diz respeito à dobragem de filmes a interferência é ainda maior do que na tradução de livros porque para além do texto, o timbre e entoação da voz são extremamente importantes. É por isso que até para os desenhos animados são escolhidos bons actores para fazer as vozes (sim, também é para angariar público, mas não só).
Os actores portugueses não são grande coisa. São pouco naturais e parece que estão sempre a fazer teatro, mesmo quando é para televisão: têm alguma tendencia para declamar (especialmente os mais velhos), são bastante monotónicos e tornam-se pouco convincentes impedindo que consigamos mergulhar na história em vez de passar o tempo a pensar ‘este gajo é mesmo mauzinho’. Se compararmos com os actores das novelas brasileiras, por exemplo, a diferença é tão obvia que se torna chocante. Os brasileiros também têm maus actores, claro, mas já fazem novelas há tanto tempo que desenvolveram um estilo de televisão muito mais natural e convincente e a maior parte dos actores são bastante naturais. Os portugueses, porém, ainda têm muito que aprender.
Assim sendo, quando chegamos à dobragem dos desenhos animados, perde-se muito. As vozes são geralmente esganiçadas, gritadas e pouco variadas. Algumas são verdadeiramente irritantes.
No último ano tenho visto muitos desenhos animados dobrados e alguns são muito dificeis de aturar por causa da dobragem. Nalguns casos é porque embirrei com a voz que accho irritante, como é o caso do Noddy e do Leo dos Little Einsteins. É a mania de usar gajas para dobrar as vozes de crianças. O Tiago nunca ligou ao Noddy mas por acaso até gosta dos Little Einsteins e eu tenho que gramar aquilo. Estou a considerar arranjar o original para não ter de aturar aquela voz.
Por outro lado as dobragens do Mickey Mouse Club House ou do Handy Manny não me chateiam nada. Mas a entoação de muitos dos desenhos animados é sempre a mesma e torna-se monótono e repetitivo. Os miúdos não ligam mas eu também tenho de aturar aquilo portanto custa um bocado.
Pior do que dobragens com vozes irritantes é dobragem das músicas infantis por pessoas que não sabem cantar. Já alguém ouviu a música de um programa chamado a Dinossaura Doroteia ou algo do estilo? Que coisa tão desafinada! Como é que alguém deixa aquela gaja cantar fora do duche? Cada vez que aquilo começa tenho de ir a correr mudar de canal antes que o meu cérebro derreta. Eu também não canto muito bem mas pelo menos consigo perceber onde é que desafinei e tentar vezes sem conta melhorar até conseguir. Estes gajos fazem uma música para a TV e ficam-se pelo primeiro take que a mulher das limpezas arranhou ao microfone? Poupem-me
Por tudo isto o Tiago anda a ver muito mais o Baby TV do que os outros canais de bonecos. Ele gosta, vai aprendendo inglês e eu não sofro tanto.
à€s pintas
Depois de 3 dias de febre, na terça feira o Tiago acordou com manchas vermelhas na cara. Resolvi ir espreitar e tinha manchas no corpo todo, apesar de menos óbvias. Lá vieram os coitados dos meus sogros fazer mais uma consulta ao domicilio e determinaram que era uma virose da familia da rubeola mas que não era nada de grave e deveria passar daà a uns dias.
Ontem as manchas da cara ficaram ainda mais óbvias mas no resto do corpo continuam na mesma. Hoje já estavam outra vez menos vermelhas e, como o Tiago não voltou a ter febre, parece que está a passar.
Acho é que a energia que não foi gasta nos ultimos dias por causa da doença ficou acumulada para hoje porque o miúdo recusou-se a dormir a sesta e passou o dia todo aos pinotes enquanto eu só queria ir dormir ou pelo menos ter um momento de paz e sossego. No such luck.
A minha garganta está melhor, graças ao antibiótico, mas ando com uma tosse irritante e constante que não me deixa dormir e que se torna extremamente cansativa. É uma daquelas que começa com uma comichão na garganta que nos obriga a tossir. Normalmente isso indica uma tosse alérgica mas já tomei xyzal e não fez diferença nenhuma.
Como última esperança de conseguir dormir esta noite, o Pedro foi à farmácia comprar-me um xarope para a tosse, depois de termos finalmente conseguido enfiar o Tiago na cama. Ele já estava para lá de exausto, como seria de esperar, e fez uma birra brutal tàpica de sobre-estimulação. Acabámos por ter de saltar o banho e limitarmo-nos a vestir-lhe o pijama e deitá-lo no colo à s escuras e sem falar até ele se acalmar e adormecer. Só isso já foi uma tortura, ao som de uns gritos que parecia que o estavamos a tentar matar.
Não sei muito bem como lidar com isto. Ele não quer dormir durante a tarde e por mais que tente criar um ambiente calmo e confortável ele não parece ter qualquer espécie de sono. Ao fim de umas horas disto acabo por desistir e à noite é o fim do mundo. Como também estou doente e precisava de poder descansar um bocadinho para conseguir aguentar o ritmo do resto do dia, estou a desesperar.
Carnaval na creche
Como a creche vai estar fechada segunda e terça feira, hoje é a festa de Carnaval da escola.
Eu nunca liguei ao carnaval. Quando era pequena e tinha idade para me interessar por estas coisas acabava todos os anos vestida com o vestido de espanhola que já tinha sido da minha mãe quando queria mesmo era ser princesa. A decepção e repetição das mesma cena ano após ano deu-me uma raiva infinita ao carnaval. Durante a adolescência o Carnaval era um mês infernal de corridas por campos minados a evitar levar com ovos e balõs de água, nem sempre bem sucedidas, o que só intensificou o meu desagrado. Com os anos tornei-me meramente indiferente à data.
De repente encontrei-me na posição ingrata de ter que decidir se vou ou não mascarar o meu filho, que ainda nem tem dois anos e não percebe minimamente o que se está a passar, por uma questão de peer-pressure: não quero que ele se sinta excluido da festa se os outros meninos estão todos vestidos com fatos de carnaval e ele não.
Acabei por chegar a um meio termo. A educadora disse que nesta idade poucos miúdos costumam ir mascarados por isso levei-o vestido normalmente mas com um fato de backup no saco.
Quando cheguei à escola estavam TODOS mascarados. Sapos, princesas, dragões e até um bebé vestido de homem-aranha. Achei que de facto era pena ele destoar dos outros por isso saquei do fato que os meus sogros compraram na sua viagem à China e que por acaso é mesmo para dois anos, meti-lhe o chapéu de cowboy na cabeça (que não condiz com o fato, obviamente, mas e depois?) e lá foi ele.
Como dormiu mal esta noite – acordou à uma e meia e o Pedro esteve com ele ao colo quase meia hora até ele aceitar voltar para a cama – estava muito rabujento. Espero que com a aula de dança e os trabalhos manuais fique mais bem disposto.
Para o ano ele já deve ter idade suficiente para escolher que fato quer usar, por isso tenho de começar a prever estas coisas. Por mim tudo bem, desde que ele se divirta.
Cinderella
Ontem estive a ver um bocado da Cinderella da Disney com o Tiago. Acho que foi o único filme do estilo que fui ver ao cinema em criança e gostei muito. Anos mais tarde voltei a ver e fiquei muito decepcionada por causa da dobragem. Agora arranjei o filme no original e tem efectivamente muito mais piada por causa do estilo das vozes usadas nas músicas que são muito tàpicas da época.
Acho que continuo a preferir estas animações mais antigas à s versões recentes 3D porque sempre gostei muito deste tipo de desenho, semelhante à ilustração de publicidade dos anos 40 e 50. As mulheres têm uma grande elegância, e o desenho das mãos em particular sempre me fascinou.
O Tiago obviamente não ligou nada à Cinderella mas adorou as cenas de perseguição com o gato e os ratos. Em vez de estar no sofá a vegetar esteve o tempo todo de pé a dar grandes saltos de entusiasmo e a dizer olá cada vez que aparecia um dos animais no ecrã. Giro 🙂
Quando começou a parte do baile o Tiago perdeu o interesse e fomos para o quarto brincar.