Category Archives: Familia

Little Girl

Hey little girl, welcome to the world
Hey little girl, welcome to your home
I truly hope you come to find
This thing called life will treat you right

Hey little girl, one thing is true
You’ll find us all out here waiting for you
we wish you all that’s sweet and good
so you’ll grow strong and happy as you should
My little girl

So when you cry and when you’re blue
I hope you know that I’m here for you
I’ll be the best mommy that I can
Will love you no matter what, where or when

Hey little girl, won’t you be my friend
Let’s write a story with a happy end
Will you please come outside to play
There is so much more I need to say
to my little girl
love my little girl

Febre

Ontem ao jantar o Tiago começou a dizer que precisava de descansar. Como ele está sempre cheio de energia e é um tormento conseguir convencê-lo a ir para a cama, um comentário destes significa que ele está a ficar doente. Nem precisavamos de grande confirmação mas o Pedro foi buscar o termómetro e lá estava: 38.2.

O Tiago tomou banho e a meio começou a pedir a mamã. Estava mesmo a sentir-se mal porque nunca faz isso  – à  noite geralmente só quer o pai mas a mamã continua a ser importante quando doi alguma coisa 🙂

Fui com ele para o quarto dar-lhe colinho e beijinhos, vestir-lhe o pijama e contar uma história e depois ele pediu o pai para terminar a rotina da noite.

Esta manhã o Tiago acordou pouco antes das 7 da manhã e veio para o nosso quarto. Estava com 38.6 mas por causa do sono não queria tomar o xarope e foi complicado conseguir convencê-lo. Pouco tempo depois já se estava a levantar para ir comer e brincar. Parece que fora a febre não se queixa de mais nada.

Eu é que estou de rastos porque ontem estive a tentar convencer a Joana a dormir até à  uma da manhã, depois acordei à s 5 para ela comer e acabei por ter que me levantar à s 7 para passar o dia a tratar dos dois. Oh well. Um dia destes mudamos finalmente de casa e pode ser que eu consiga arranjar umas horas para descansar.

Joana, 2 meses

A Joana faz amanhã 2 meses e foi hoje à  consulta. Está com 57,2cm de comprimento, 4,930kg e 38 cm de perà­metro cefálico, calhando tudo mais ou menos no percentil 50 – perfeitamente normal, portanto, e a crescer bem.

Esta semana tem ainda que ir à s vacinas berrar um bocado e depois disso só temos que a incomodar outra vez daqui a um mês.

Quando nasceu deram-lhe um vestido para 6 meses que, sendo de manga curta, pensei que nunca iria usar porque aos 6 meses vai ser inverno. Vestiu-o hoje e fica-lhe lindamente. Não percebi se é a diferença nos tamanhos dos vestidos que é pouca ou se as marcas não percebem bem qual o tamanho de uma criança de 6 meses hoje em dia. Pelo menos é mais uma peça de roupa que foi usada antes de deixar de servir.

Sobrevivi à s férias

Pois é, foram duas semanas de gestão de tempo, paciência e energia muito criativas. Incluiram brincar aos cavaleiros e piratas, ser a Minnie para o Mickey do Tiago e tratar do doi-doi do gatinho, falar pelo Mickey de peluche a quem o Tiago gosta de mostrar tudo o que inventa, fazer compras no supermercado que estranhamente apareceu na minha cozinha, cozinhar com plasticina, pintar com aguarelas (sempre a preto), fazer pistas de carros e comboios, ler livros, fazer de gatinho e levar o Tiago a andar de triciclo, tudo geralmente com um bebé ao colo, e ainda arranjar uns momentos para prepara comida, dar banho, lavar roupa e loiça, limpar o caixote dos gatos, lavar o chão e preparar e enviar a ocasional encomenda.

Cheguei à  conclusão que o ser humano tem recursos muito mais vastos do que imagina. Quando achamos que estamos exaustos e não aguentamos mais, mas não temos alternativa, é que nos apercebemos que afinal ainda conseguimos brincar à s escondidas enquanto o esparguete coze e que a dor de costas causada pelo bebé de 4 quilos, que continua a crescer a uma velocidade maior do que o nosso corpo se consegue adaptar, afinal pode esperar mais um bocadinho porque não vamos ter tempo para nos deitar e descansar antes da meia noite. Encontra-se energia extra não sei bem como.

No final fiquei espantada com a falta de birras que esperava do Tiago. Parece que o rapaz está finalmente a crescer e a aprender paciencia. Desde que continuasse a falar com ele e prestar-lhe atenção, ele deixava-me ocasionalmente fazer algumas das tarefas que eu precisava. Geralmente queria ajudar, o que faz sempre com que se demore o dobro do tempo a terminar qualquer coisa, mas que se lixe – pelo menos vai aprendendo.

Pelo meio tive também a ajuda preciosa dos avós que, pelo menos um dia por semana levaram o Tiago a dar um passeio por um par de horas.

Hoje foi finalmente dia do Tiago voltar à  escola- Quer dizer que pela primeira vez em duas semanas consegui tomar duche antes das duas da tarde. Por outro lado este post foi quase todo escrito só com uma mão enquanto a Joana está a mamar. As mães precisam de ser criativas.

O amigo do Tiago

O Tiago teve esta tarde a visita de um amigo para brincar. É um colega da escola de quem o Tiago gosta e eu dou-me bem com a mãe dele por isso resolvemos combinar juntar os dois para ver como corria. Acho que não podia ter sido melhor.

A sessão de brincadeira começou com muita gritaria e correrias pela casa, seguido de corridas de carros, brincadeiras no piano, puzzle e ao fim de duas horas e meia, um bocadinho de tv porque já estavam a ficar cansados.

O Tiago, apesar da sua tendência para querer controlar as brincadeiras e não gostar nada de ver outros meninos brincar com as coisas dele gostou muito de mostrar os seus brinquedos e deixou o amigo escolher e brincar com os seus carros sem problemas. A certa altura queriam os dois o mesmo carrinho mas a coisa resolveu-se depressa e sem grandes confusões. Ao fim de duas horas o Tiago fartou-se dos carrinhos e decidiu fazer o puzzle do Noddy. Queriam os dois a caneta que vem com o puzzle e que apita mas eu guardei-a e fomos todos fazer o puzzle sem problemas.

O mais interessante é que o amigo do Tiago é Polaco e como tal ainda não fala muito bem português mas eles parecem entender-se lindamente mesmo sem grande comunicação verbal – ou melhor, cada um fala na sua lingua e isso não parece ser um grande impedimento.

Quando chegou a hora do Edi ir para casa é que foi mais complicado. O Edi foi a chorar ao colo da mãe porque não queria ir embora de forma alguma e o Tiago ficou a fazer beicinho durante um bocado e depois também desatou a chorar e a dizer que estava triste porque queria brincar com o amigo. Demorou um bocado a consolá-lo e a certa altura tinha o Tiago e a Joana a berrar ao mesmo tempo. Enfim. Pelo menos quer dizer que se divertiu e podemos repetir a dose um dia destes.

Joana, 1 mês

Joana, 1 mêsNo dia 14 a Joana completou um mês. Tem sido um mês cansativo mas muito mais calmo do que me lembro de ter sido o primeiro mês do Tiago.

Como todos os bebés a Joana tem algumas dores de barriga ocasionais mas não é constante nem muito grave. De noite geralmente acorda de duas em duas horas ou de três em três para mamar mas não chega a chorar. Resmunga, come, mudo a fralda e volta para o berço, muitas vezes sem acordar completamente. É claro que isso para mim continua a ser difà­cil porque não consigo dormir muito mais de uma hora seguida. Mas acho que estou a aguentar muito melhor do que com o Tiago, porque já estava habituada a acordar durante a noite, e pelo menos ainda não comecei com alucinações.

Esta noite foi pior porque esteve acordada entre as 4 e as 6 da manhã e dormimos muito pouco.

Fora isso, a Joana gosta muito de estar ao colo, é super sensà­vel a barulhos e quando chora mesmo a sério é geralmente porque foi acordada por qualquer ruà­do – um grito do Tiago, qualquer coisa a cair…

A Joana come muito bem, o que me ajudou a perder o peso extra da gravidez, e já visto a minha roupa normal. Ela está a crescer bem e a aumentar de peso de acordo com o que seria de esperar. Acho que vai ser mais pesada do que o Tiago, mas ele também nasceu umas semanas antes do tempo e isso faz diferença.

Eu já me consigo mexer normalmente e sem dores, o que é muito importante porque estou em casa com as duas crianças, algo que requer bastante ginastica – segurar na Joana que chora enquanto contruo casas de lego com a outra mão, conseguir dar banho a cada um sem o outro chorar ou fazer asneiras, etc.

No geral,tem sido mais fácil de cuidar deste segundo bebé mas é mais difà­cil porque agora preciso de gerir dois, sendo que um deles é um Tiago muito exigente a quem estou a tentar provar que continua a ter bastante atenção e companhia para as brincadeiras.

O primeiro beijinho

Ontem à  noite tivemos finalmente o primeiro contacto entre o Tiago e a Joana.

Durante todo o dia, enquanto o Tiago está na escola, a minha atenção tem sido para a Joana, quase em exclusivo. Mesmo quando estou ao computador ela geralmente está ao colo e tem sido necessário ser substituida pelo Pedro para poder fazer coisas como ir tomar banho. Já me habituei e a maior parte do tempo o único problema é que fico cheia de dores nos ombros.

Quando o Tiago chega da escola tenho tentado tirar um bocadinho para brincar com ele como sempre, mas fazendo-o ver que de vez em quando é necessário prestar atenção à  irmã que fica com fome ou precisa de mudar uma fralda.

Durante todo este tempo o Tiago tem-se recusado a tocar na irmã mas foi aos poucos ganhando alguma curiosidade e habituando-se à  sua presença. Noto que de vez em quando vai para junto do berço fazer barulho e atirar brinquedos ao chão para ver como reagimos mas não tem sido agressivo.

Ontem à  noite a Joana começou a resmungar e o Tiago perguntou o que se passava. Perguntámos se ele queria fazer uma festinha na mana e ele respondeu que não, como sempre, mas passados uns instantes pediu ao pai para tirar a Joana do berço para lhe dar um beijinho, e assim fez. Depois, como viu que ficámos felizes com a meiguice, disse que gostava de dar beijinhos e eu também tive direito a um. Isto, vindo do Tiago, é tão raro que me parece um óptimo sinal.

Chegou o baloiço

Quando a Joana nasceu tinhamos pensado em comprar uma espreguiçadeira, que já deu muito jeito quando o Tiago era pequeno. Depois vimos o catálogo da Fisher-Price e resolvemos antes comprar um baloiço. A Joana gosta muito de movimento e de colinho, ao ponto de estar bem quando estamos em pé com ela ao colo mas começar a berrar assim que nos sentamos.

Como vou estar sozinha com os dois miúdos durante duas semanas, e mesmo que seja só com a Joana, há alturas que que vou precisar de a deixar para preparar comida ou ir à  casa de banho, achei que o baloiço poderia resolver o problema dela começar a berrar assim que saio da sala, que é muito desagradável tanto para mim como para ela.

O Pedro correu as lojas todas que encontrou e não conseguiu encontrar o modelo que tinhamos escolhido (baloiço portátil compacto Amiguinhos do Planeta, ref. T2066), por isso resolvemos encomendar online, num site Espanhol (Eureka Kids). No site dizia que o baloiço estava em stock, mas passados uns dias recebemos um telefonema a dizer que afinal não havia e se queriamos esperar. Eram só 3 ou 4 dias por isso arriscámos, já que a alternativa era ir para Lisboa correr mais não sei quantas lojas.

O baloiço chegou hoje de manhã e já deu muito jeito. Não tenho as pilhas necessárias para por o baloiço automático mas empurrando à  mão aquilo fica a baloiçar tempo suficiente para distrair a Joana enquanto vou buscar qualquer coisa à  cozinha, etc.

A vibração é excelente para a acalmar, tanto quando está a berrar com as suas ocasionais dores de barriga, mas especialmente quando está irritada porque tem sono e nunca mais adormece.

A única coisa que me decepcionou é que no catálogo dizia que os bonequinhos pendurados rodavam e afinal não rodam nada – devem ter copiado aquilo de outro modelo e esqueceram-se de mudar o texto. É o risco de encomendar coisas que não se viu antes, mas também não é o mais importante.

O único problema é que o baloiço é uma cadeira, como o ovinho do automóvel, e não é suposto os bebés passarem muito tempo nessa posição. Da primeira vez que a Joana adormeceu no baloiço, tirei-a pouco depois para a deitar no berço e ela acordou passados poucos minutos. Agora já percebi que se esperar um pouco mais, até ter a certeza que está mesmo ferrada, já não se queixa tanto quando a transfiro.

Enfim, não é para usar sempre mas deve dar muito jeito para quando estamos cheios de sono e já não aguentamos mais gritos.

Viva o Angelcare

Quando o Tiago nasceu comprámos um Angelcare. Deu-nos alguns sustos porque o Tiago dormiu desde muito cedo na cama de grades e rebolava para um cantinho durante a noite, fazendo disparar o alarme, mas valeu a pena porque conseguiamos dormir os bocadinhos que ele deixava sem estar constantemente em grande ansiedade.

Com a Joana voltámos a ir buscar o sensor de movimentos ao armário, para por no berço durante a noite.

Esta noite tivemos um pequeno susto que podia ter sido bem pior se não fosse o sensor. A meio da noite apitou, algo que é suposto acontecer se não existir movimento durante 15 segundos. Eu virei-me para a Joana, toquei-lhe e senti-a inspirar ligeiramente. Fiquei à  espera de a ouvir respirar mas como não consegui ter a certeza voltei a tocar-lhe e ela inspirou novamente. Só então é que comecei a ouvir o som da respiração normal.

Sei que os bebés à  vezes têm pequenas irregularidades e pode não ter sido nada de grave mas a verdade é que durante uns segundos fiquei de facto na dúvida se ela estava ou não a respirar e o sensor, pelos vistos, também. Como o calor é um dos factores de risco para recém nascidos e 30 graus durante a noite é mesmo muito calor, é fácil imaginar o pior. Nós bem tentamos ter o ar condicionado ligado, mas aquilo está mesmo por cima da nossa cama e acabamos sempre cheios de dor de garganta, pelo que não dá para ficar ligado a noite toda.

Enfim, sobrevivemos todos à  noite e confirmámos que de facto mais vale usar o sensor para conseguirmos ficar um pouco mais descansados do que passar o tempo todo em stress.

Puzzles

O Tiago entrou recentemente na fase de fazer puzzles. Isso para mim é óptimo porque adoro puzzles, e quando imaginava ter uma criança a visão consistia muitas vezes em estarmos sentados à  mesa a fazer um puzzle ou outras actividades do estilo.

Tudo começou graças a um episódio do ursinho Oso que ensina um menino a fazer um puzzle, separando as peças que têm um lado direito das outras. O Tiago começou a dizer que queria fazer um puzzle e lá fui eu buscar o puzzle do Noddy que lhe tinham dado no Natal. Ficou todo orgulhoso e quando o pai chegou foi logo mostrar-lhe.

Entretanto os avós já lhe deram mais dois puzzles e a facilidade com que ele faz aquilo aumentou brutalmente em poucas semanas.

Outro tipo de puzzles que ele está a aprender a resolver são os de jogos de computador. Tem andado a jogar um com o pai que consiste num robot a ter de resolver um problema para passar ao ecran seguinte – semelhante aos jogos do Myst, Monkey Island ou Sam and Max que eu adorava jogar há uns anos quando ainda conseguia arranjar tempo para essas coisas.

A verdade é que ele já consegue fazer muito daquilo sozinho, precisando de ajuda só naquelas partes em que é necessário acertar nos tempos.

Aquilo que se ouve muito são mãezinhas indignadas com o tempo que as crianças passam a ver televisão ou a jogar no computador mas isso a mim continua a parecer um bocado ignorância porque, desde que os pais cumpram a sua função de monitorizar aquilo a que as crianças acedem para ter a certeza que tem algum valor pedagógico, até agora só tenho encontrado vantagens nos programas de TV e jogos que o Tiago gosta. Acho que tem aprendido bastante sem ter a sensação que lhe estamos a tentar impingir algo ou a forçar algo, o que num menino bastante teimoso e que gosta de ser do contra é uma enorme vantagem.

Tiago musical

Recentemente o Tiago começou a cantar. Aprendeu algumas músicas na escola mas para além disso começou a interessar-se por aprender as melodias os brinquedos musicais que tem e adora cantar algumas das peças clássicas que ouve nos episódios dos Little Einstens.

De facto graças a essa série tenho um miúdo de 3 anos capaz de reconhecer e cantarolar o voo do moscardo, o Fur Elise do Beethoven, que põe a tocar repetidamente num os seus brinquedos musicais ou a pedir para lhe por a tocar o CD com “a música da primavera” do Vivaldi.

O que acho mais giro é que, apesar de sair do tom ocasionalmente, como seria de esperar de um miúdo que começou agora a cantar, reconheço rapidamente a música que ele está a cantarolar.

Primeira visita à  pediatra

Na segunda de manhã o Tiago voltou a ficar em casa para ir, juntamente com a Joana, à  pediatra. Tinhamos adiado a sua consulta de rotina dos 3 anos precisamente porque não valia a pena ir lá de propósito uns meses antes quando agora vamos ter visitas mensais durante uns tempos.

Tivemos de esperar meia hora, o que tornou o Tiago muito impaciente e a perguntar se podiamos ir embora mas depois portou-se muito bem na consulta  – despiu-se sozinho, respirou fundo e abriu a boca quando lhe foi pedido.

Falámos na tosse persistente do Tiago e a pediatra recomendou então que fizéssemos análises e RX para ver se será alergia ou outro problema. No entanto, depois de discutir o assunto, resolvemos esperar um pouco antes de picar o Tiago e passar a apontar no calendário os perà­odos de tosse para verificar se é de facto tão frequente como achamos ou se passa mais tempo do que parece entre crises.

Depois foi a vez da Joana ter a sua primeira consulta. Já engordou meio quilo em relação ao peso que tinha à  nascença, estando agora com 3.590kg e cresceu dois centà­metros e meio, medindo 52,5 cm.

Eu achava que tinha roupa suficiente para a Joana para os primeiros tempos mas como ela nasceu grande a roupa de 0/1 meses não lhe serve e muitas das peças nem chegou a estrear, especialmente porque as peças mais pequenas eram todas sem mangas e de calção e nas primeiras semanas os recém nascidos precisam de andar um pouco mais vestidos que isso.