Férias

As crianças estiveram de férias durante três semanas, duas das quais coincidentes com as do pai.

Estranhamente, parece-me sempre que a noção do que as férias deviam ser e a realidade não podiam ser mais diferentes. O ideal seria ir para um sí­tio qualquer onde se pudéssemos estar deitadinhos ao ar livre a ler ou a dormitar durante pelo menos uma semana. Em vez disso andámos a fazer um plano diário de actividades com os miúdos que incluiu idas à  praia, ao parque, ao jardim zoológico, etc. São actividades de férias, certamente, mas não são o que eu chamaria descansar. Implica andar muito, carregar com coisas (já para não falar na Joana que fica com sono assim que saà­mos e só quer colo) e mesmo a praia consiste em manter os olhos bem abertos para eles não fugirem, magoarem ou fazerem asneira, não sobrando grande tempo para o descanso. Eu nem me posso queixar porque sempre fico na toalha com o meu Kindle e a Joana sentada ao meu lado a encher baldinhos de areia. O Pedro, por outro lado, tem de passar o tempo atrás do Tiago que só quer estar na água e não pára quieto um segundo.

Entre estas actividades acabamos sempre por passar montes de tempo a arrumar e a fazer aquelas pequenas coisas que ficam penduradas o resto do ano. Desta vez resolvi planear a decoração mural da casa e lá fomos comprar molduras gigantescas. Eu diverti-me a fazer um “quadro” para a sala (à  noite, depois dos miúdos irem para a cama) e comecei a pintar molduras e fazer fundos coloridos para fotos (tipo scrapbooking só que para por em molduras em vez de alguns de fotos). Também tive algumas encomendas durante este periodo pelo que tive de andar a esconder-me na minha sala de vez em quando para fazer mais um bocadinho do trabalho mas a Joana encontra-me sempre e lá tenho que parar e voltar para a sala com ela antes que estrague qualquer coisa.

Também comprámos finalmente estores para as janelas do sótão mais ainda só conseguimos montar um.

O descanso reduz-se a pequenos momentos em que já não aguentamos mais e nos encostamos um bocado no sofá com o som de fundo do Chicken Little, mas os nossos filhos são uns sádicos e assim que nos veem de olhos fechados saltam-nos em cima ou gritam qualquer coisa. A Joana abana-me e diz “mãe, acorda!”. Não dá hipótese…

Hoje o Pedro regressou ao trabalho, provavelmente mais cansado do que estava há duas semanas atrás. Eu passei a manhã a arrumar a casa que estava um caos depois das crianças se andarem a “exprimir” durante três semanas. É divertido brincar com os filhotes e fazer coisas com eles, vê-los divertidos, mas o cansaço à s vezes tira-nos um bocado do gozo que terà­amos se fosse possível alternar estes momentos com uma horinha de paz e sossego de vez em quando.

Digamos que as minhas férias começam é agora…

Consulta de rotina

Na sexta feira levámos as crianças à  pediatra para as respectivas consultas de rotina – a dos 5 anos para o Tiago e a dos 2 para a Joana.

O Tiago continua no topo da escala de altura, com 118 cm e a Joana continua no percentil 50, com 87 cm. No peso estão sempre mais abaixo, ele com 18 kg e ela com11 mas são saudáveis e a desenvolver-se bem por isso nunca me preocupei com essa parte.

O Tiago tinha feito as suas vacinas na semana anterior e portou-se muito bem, coitado. A segunda doeu um bocado mas nem o ouvi berrar por isso aguentou-se bem (eu fiquei na sala de espera com a Joana para ela não ficar preocupada com a reação do irmão).

– Picture Locket

– I’ve been playing around with polymer clay again and I liked the idea of transferring black and white images onto the clay. It’s a simple process, though you have to practice a little bit because it’s easy to rub the ink off along with the paper if you’re not careful, and the result is an antique-looking image.

You can make just a pendant out of if and I thought about using pictures of my children to try it out, but since I have two I didn’t want to have to choose just one and getting a picture of the both of them is not an easy feat.

All this thinking got me to the conclusion that the best option for what I had in mind would be to make an old-fashioned locket since I could place both pictures inside. I was inspired by a picture of an icon box (you can check out my inspiration board on Pinterest) and made my locket out of copper-colored polymer clay.

I textured and aged it with acrylic paint and applied a gloss varnish. The pictures were transfered onto light flesh-tone clay. I used a natural stone cabochon on the cover, thread to bind both pictures and a lobster clasp to close it and also on top to attach it to a necklace, key-chain or anything else I want.

It turned out a bit larger than I had planned at first – 4 cm – because I didn’t anticipate the inside frame when I started making it, but since it’s polymer clay, it’s still quite lightweight. I plan to make a simpler version next and maybe a round one instead of square.

I think these lockets are a great idea for moms, especially if they like antique-looking objects, since they can have an original piece of jewellery and also pictures of their kids all in one.

Michelle

A nossa gata Michelle morreu durante a noite. Tinha 20 anos e sofria de insuficiência renal há dois ou três. Apesar disso foi sempre uma gata activa. Por isso, quando reparámos que este fim de semana estava a passar muito tempos deitada e a comer menos percebemos que o fim estava próximo.
Fizemos os possà­veis para a manter confortável até ao fim mas ontem já era preciso ajudá-la a endireitar-se o suficiente para beber e comer e tive de lhe por uma fralda porque já não conseguia andar até à  areia.
Durante a tarde deixou de aceitar ajuda e só queria ficar deitada. Morreu pacificamente durante a noite.
Apanhámos a Michelle com poucos meses de vida em 1992. Estava na rua, a miar, escondida em cima da roda de um carro. Estava coberta de pulgas que foi preciso apanhar e dormiu com o Pedro durante anos até ir viver para a nossa casa quando nos casámos. Teve uma boa e longa vida para um gato. Acho que não se pode esperar mais.

Video: moldes de silicone para usar com Fimo – Silicone mold tutorial video

Estive ontem a fazer um pequeno và­deo que ensina a fazer moldes de silicone de pequenos objectos que se podem depois usar para fazer cópias em Fimo, resina ou PMC.

O và­deo está falado em inglês mas penso que a imagem é clara o suficiente mesmo para quem não compreende bem a lingua. O material que uso no và­deo chama-se Siligum e é um silicone em duas partes que é preciso misturar em quantidades iguais. O objecto deve ser pressionado sobre o silicone no espaço de um minuto desde que se começa a misturar os dois componentes porque o material endurece muito depressa.

Espero que gostem do và­deo.

– I made a video on how to make silicone molds out of small objects to use with polymer clay or resin.

I use Siligum, a two part silicone compound that dries quickly and makes a flexible mold. This material makes a clear impression and captures every detail of the object being molded. You can use the mold to make duplicates of the objects in polymer clay, metal clay or resin. I focus on the difference between molding a thin or a thicker object and how to fix a hole in your mold.

I hope it’s helpful.

I’m a Nutter!

I'm a NutterSe ainda não conhecem o Nut Factory, recomendo que experimentem este viciante jogo para iPhone, iPod e iPad.

No jogo começamos como um novo empregado em treino, a cortar troncos antes que estes cheguem ao fogo. à€ medida que a coisa se vai complicando, passamos a ter também de retirar pregos e pinhas que causam acidentes desastrosos na fábrica se os deixarmos passar. Mais para a frente os nà­veis têm outras surpresas que tornam o jogo interessante e viciante. E como os nà­veis se desenvolvem sempre da mesma forma é possível aprender com os nossos erros e conseguir um resultado melhor a cada tentativa fazendo com que seja possível terminar o jogo.

Se quiserem saber mais, podem ir ao blog ou seguir a página de Facebook, e, claro, fazer Download na iTunes App store.

 

Joana com 2 anos

A examinar a sua boneca com o novo estetoscópio

No sábado a Joana fez dois anos. É estranho como me parece que os dois primeiros anos do Tiago passaram muito mais devagar do que os da Joana. Por outro lado ela também começou a falar muito mais cedo e por isso temos sempre a ideia de que é mais crescida por se explicar tão bem. Há meses que já faz frases completas, pede sem problemas tudo o que quer e faz-se compreender muito bem. Tem muitas palavras que ainda diz há bebé, como ‘tuta’ em vez de fruta, mas um bebé não teria piada nenhuma se não passasse por isso 🙂

O seu nome ainda não sabe dizer bem e começou a referir-se a ela própria como Nana e tenho a impressão que cá por casa está a pegar. Tiago, porém, diz sem problemas mas a adoração do mano é óbvia, apesar de também se desentenderem muitas vezes. Quando o Tiago ralha com ela ela vinga-se com umas palmadas, beliscões, dentadas ou pontapés, mas e mais para ver até onde a deixam ir do que por crueldade. Assim que alguém ralha com ela por se portar mal, desata a chorar como se fosse o fim do mundo.

É também perita em birras com todos os requintes, desde amuar com o lábio de baixo todo para fora e braços cruzados como atirar-se para o chão a espernear (algo que, felizmente, já acontece com menos frequência). Por outro lado as birras também são fáceis de desarmar e passam rápido.

Passou a tomar banho com o irmão o que tornou a hora de banho mais um momento de brincadeira do que de birras. Vão os dois a correr para a casa de banho a gritar “banho! Yay!” e para nós é óptimo porque dá muito menos trabalho do que à  vez.

No inicio do verão a Joana começou a fazer xixi no bacio e na escola já passa a manhã sem fralda. Acho que ainda é um bocado cedo e que ela não tem ainda inteiro controlo da situação mas fica muito feliz quando consegue e batemos todos palminhas. Os cocós é que ainda não. A educadora sugeriu que tentássemos tirar-lhe as fraldas durante as férias mas eu vou sempre seguir-me pela Joana, não a tentando obrigar a fazer algo para o qual ela ainda não tem maturidade suficiente. Como já percebeu a ideia penso que daqui a mais uns meses ela irá naturalmente dar os sinais necessários para o fim das fraldas.

Em termos de afecto, continua a ser muito meiguinha, dando imensos abraços e beijinhos espontaneamente. Ainda fico surpreendida por vezes porque o Tiago não era assim nesta idade. Só no último ano, talvez, é que começou a ter uma maior demonstração de afecto.

A festa de anos foi em famà­lia, com a ausência do meu irmão, cunhada e sobrinho que se mudaram recentemente para Inglaterra e correu bem. O Tiago faz sempre umas birrazitas de ciúmes ao inà­cio, mesmo recebendo umas prendas, mas o tio Filipe consegue dar-lhe a volta 🙂

Acho interessante que quando recebem as prendas muitas vezes não ligam nenhuma mas nos dias seguintes fartam-se de brincar com as coisas novas. Vou ter é de começar a fazer doações ou arranjar caixas para o sótão porque os quartos estão já demasiado cheios de bonecada.

Dia na Baixa

Hoje fui a Lisboa visitar a minha amiga Carla. Antigamente conseguà­amos encontrar-nos quase mensalmente mas nos últimos tempos é uma sorte se for de 6 em 6 meses, o que é uma pena.

Primeiro fomos por a conversa em dia numa pastelaria/padaria chamada Quinoa, na Rua do Alecrim, onde bebi um chá de frutos vermelhos e admirei os bolinhos com um aspecto fabuloso que eles fazem lá. A senhora foi super simpática e esteve a explicar que o pão é certificadamente biológico e o resto da pastelaria  não tem certificação porque uns ingredientes são e outros não – aparentemente o açucar biológico é super caro e algumas farinhas biológicas não dão bons resultados para certos bolos – mas que fora isso não têm qualquer espécie de aditivos. Não provei os bolinhos mas tenho de lá voltar um dia destes.

Depois fomos a uma retrosaria na Baixa, daquelas que ainda mantém o aspecto antigo. Adoro estas lojas e tenho pena que restem tão poucas pelo paà­s fora. Compreendo que seja necessário modernizar mas também se destroem muitos edifà­cios com personalidade em vez de restaurar.

Como estávamos ali perto, fomos ao MUDE – Museu do Design e da Moda. Ainda não tinha lá entrado, até porque tenho ido pouco a Lisboa nos últimos tempos e geralmente vou com um objectivo especà­fico e a correr. O Museu está numa localização que era suposto ser temporária mas pelos vistos já lá está há uns dois anos. A entrada é grátis e tem montes de objectos interessantes e vestidos giros para as meninas admirarem 🙂

Ainda fomos a uma loja de rebuçados muito gira, a papabubble, onde tenho de levar o Tiago um dia destes porque dá para ver os senhores a fazer os rebuçados mesmo à  nossa frente. É um bocado como as canes do Fimo só que começam com um rolo da grossura de uma cabeça que depois vão reduzindo até ao tamanho de um rebuçado. Comprei um saquinho sortido para experimentarmos.

Por esta altura já passava das duas da tarde por isso voltámos ao Chiado para almoçar uma salada de salmão e depois regressei a casa para descansar um bocadinho antes de ir buscar os miúdos à  escola.

Um daqueles dias…

De manhã caiu-me a massa de um dente que tinha ido tratar há mais ou menos uma semana. Depois descobri que a nossa declaração de IRS voltou a ser marcada com o mesmo aviso de divergências e enquanto me levantei para ir buscar os papeis o meu computador ficou bloqueado com um trojan malicioso.

Há dias em que preferia ter ficado na cama fazendo de conta que o mundo não existe. Como tal não é possível liguei ao Pedro para o chatear com o problema do computador. Depois de ele me ajudar a instalar o software necessário para fazer scan e apagar os ficheiros malignos, agarrei na papelada e fui novamente à s finanças. Apanhei a mesma senhora, que ainda se lembrava mais ou menos da situação. Confirmou que tinha os papeis todos e deu-me uma folha que diz que a situação foi resolvida. Esperemos que fique por aqui.

Para não deixar a resolução de problemas a meio, passei no dentista. Tenho um penso temporário e tenho de lá voltar mas pelo menos posso usar os dentes sem dor durante o fim de semana. E já agora, acho terrivelmente irritante a mania que os dentistas têm de fazer perguntas que requerem mais do uma uma resposta sim ou não quando estamos com a boca aberta e cheia de tubos.

Quando cheguei a casa tinha 5 items de spyware e afins identificados que apaguei e agora espero que isto se aguente uns tempos. Hoje em dia nem com anti-virus se consegue escapar a estas porcarias.

Agora vou preparar-me para ir assistir à  apresentação do trabalho anual do meu filho. Acreditam que eles já fazem apresentações de trabalhos aos 4 anos? Os infantários já não são o que eram 🙂

Sessão fotográfica

No Natal os meus sogros tinham-me oferecido um voucher para uma sessão fotográfica da Klaudia Make-up. Ainda não tinha marcado mas aproveitei a desculpa do aniversário de casamento e marquei para hoje.

O estúdio é na baixa, a Claudia é uma maquilhadora muito simpática e correu tudo lindamente. Não sou grande modelo, tenho um aparelho nos dentes que me faz a boca estranha, já para não falar num sorriso horroroso, tenho um olho maior que o outro, um nariz estranho e mais uma série de defeitos que poderia perder horas a enumerar mas mesmo assim, com a maquilhagem e a devida orientação durante a sessão, resultaram umas fotos bastante boas.

A sessão demora hora e meia, inclui intervalo para mudança de vestuário e voltei logo com uma pen cheia de fotos (183, mais precisamente).

Apesar do público principal serem mulheres, devido à  maquilhagem, também é possível, para além das sessões individuais, fazer sessões fotográficas de casais e famà­lias. Os estúdio é pequenino portanto não será ideal levar logo pais, filhos, avós e bisavós de uma só vez mas 4 pessoas cabem perfeitamente 🙂

Os vouchers são também uma excelente ideia de prenda para alguém de quem se gosta e a quem se quer dar um dia de mimos 🙂

 

14 anos de casamento

Pode não parecer a maior parte do tempo mas sou uma daquelas pessoas romanticas que acredita que é possível encontrar a pessoa certa e que uma relação pode resistir ao passar do tempo, desde que haja empenho de ambas as partes. No entanto, quando toca a falar sobre o meu casamento, sentimentos e detalhes à­ntimos, a relação cérebro boca (ou neste caso, dedos) parece passar sempre por um filtro altamente sarcástico. Começo com muito boas intensões mas o que sai é sempre um bocado estranho. Como exemplo aqui vai um inicio possivel para este post:
“Ao fim de 14 anos tenho o prazer de anunciar que ainda não odeio o meu marido”
Apesar de me fazer sorrir, não é de forma alguma uma frase que expresse honestamente os meus sentimentos relativos ao tema. No entanto parece que, apesar de conseguir escrever um romance do mais piegas que existe, sou incapaz de expressar de forma coerente o que sinto relativamente à  relação mais importante da minha vida adulta num formato para consumo publico.
Assim sendo, fico-me pelo assinalar da data e o desejo de não envelhecer muito mal para não ser trocada por uma miúda de 20 anos nos tempos próximos.
Estão a ver? Não vale a pena continuar.

Fim de semana em Sagres

Como forma de celebrar o nosso décimo quarto aniversário de casamento fomos passar o fim de semana num hotel em Sagres.
Os meus sogros tinham-nos oferecido um daqueles livros com cupões que dão direito a uma noite em diversos hotéis do paà­s e depois de muita conversa escolhemos finalmente um deles. A coisa, infelizmente, correu mal. O voucher não vinha no livro que em vez disso tinha uma série de outros repetidos. Para além disso não é muito informativo no que diz respeito à s restrições de marcação pelo que, como marcámos online depois também não dava para usar. É um bocado ridà­culo quando se pensa que limitámos a nossa escolha aos hotéis mencionados no livro quando podà­amos ter optado por outros recomendados por amigos ou famà­lia.
No entanto o hotel é bastante simpático, tirando alguns inconvenientes descritos mais abaixo. Mas para nós qualquer sí­tio onde pudermos passar dois dias sem gritaria dos miúdos, é o paraà­so. Apesar de tão termos utilizado o voucher, o fim de semana foi à  mesma particionado pelos meus simpático sogros que, pelo segundo ano consecutivo ficaram com as pestes, prescindido até de dormir na sua própria cama para que as pobres das criancinhas estejam felizes e confortáveis (não sei se era capaz de chegar tão longe) para podermos ter pelo menos uma ou duas noites por ano só os dois. Quando penso que costumava ser sempre assim tão sossegado percebo o choque dos pais que de repente deixam de ter os filhos em casa. É que o nosso alarme interno passa a relacionar silencio com algo errado. Se os filhotes não estão a fazer barulho é porque estão a fazer asneira 🙂
As minhas exigências para um hotel eram ter um look moderno para não sentir que estou em casa de outra pessoa e piscina porque gosto de me deitar a ouvir chapinhar e estar rodeada por aquele azul bonito.
Desse ponto de vista o hotel Memo Baleeira cumpriu inteiramente o pretendido. Está muito bem situado, com uma vista fabulosa e o quarto, apesar de não ser muito grande, é acolhedor. É tudo branco, incluindo o chão e tem imensa luz.
Infelizmente tem também uns problemas que para nós foram muito inconvenientes. O colchão da cama era muito mole, algo que não gosto nada e me deu umas dores de costas horrorosas. Também não estou habituada a colchões de molas por isso cada vez que o Pedro se mexia eu acordava e vice-versa.
O facto do hotel ter apenas um andar tem também o inconveniente de se ouvir por todo o lado (quartos, piscina, etc) o ruà­do do tubo de ventilação situado no telhado. É um som constante pelo que não impede de dormir mas não é muito agradável e destrói um bocado o ambiente pacifico do hotel.
Por fim, a pior parte foi o facto das cortinas não bloquearem bem a luz do sol o que fez com que fosse impossível dormir para além das seis da manhã. Ou seja, descansar, nem por isso.
Fora isso não tive razão de queixa mas quando o objectivo é ver se conseguimos um dia ou dois sem ter de nos levantar à s sete da manhã e acabar por dormir mal e acordar à s seis é altamente frustrante. Especialmente porque agora não há mais durante pelo menos um ano, com sorte.