Nova pediatra

Hoje fomos com o Tiago à  primeira consulta de uma nova pediatra. O Tiago andava a ser seguido pelos avós nos últimos seis meses mas concluimos todos que será melhor o Tiago ser seguido por um pediatra independente porque também não é justo para os meus sogros serem vistos como ‘os maus’ quando é preciso ver a garganta ou auscultar o Tiago.

Foi-nos recomendada uma pediatra que resolvemos então experimentar. O pediatra que seguiu o Tiago durante o primeiro ano de vida pode ser muito bom mas pareceu-nos sempre que não tinha muita paciencia para as dúvidas dos pais. Medicamente isso pode ser irrelevante mas eu acho que acalmar os pais também faz parte do papel do pediatra porque é fácil ficarmos demasiado preocupados com coisas que não têm importancia e precisamos de alguém que nos diga que está tudo bem.

Fizemos uma lista de todos os pontos que queriamos discutir, para não esquecer nada, fomos buscar o Tiago antes da sesta e seguimos de metro para a consulta.

A pediatra pareceu-nos exactamente aquilo que nos tinham dito – simpática, paciente, respondeu a todas as questões e até conseguiu examinar o Tiago sem ele fazer uma birra tão má como é costume.

Descrevemos o que mais nos preocupa de momento que é o facto do Tiago deixar de comer quando adoece, o que é a cada duas semanas, e perder peso muito depressa. Ela disse-nos que achava que o Tiago estava bem mas qe vai ser sempre um miúdo magro porque é muito alto e que por isso se nota um desiquilibrio maior entre altura e peso quando adoece mas que a questão de não comer quando adoece é mesmo assim e que desde que vá bebendo leite, iogurtes, fruta, etc, mesmo que não queira a sopa ou a carne durante as fases de doença não faz mal porque, tal como temos observado, quando ele fica melhor passa uns dias a comer por dois. Como o Tiago tem andado a comer melhor nos últimos dois dias, desde que curou a amigdalite, prova-se que de facto é mesmo assim que funciona.

Disse também que não vale a pena dar-lhe vitaminas ou estimulantes de apetite, que está provado que isso não funciona. Por mim tudo bem porque o Tiago não gosta nada de tomar aquilo e não gosto de o obrigar (aliás, nunca mais tentámos dar-lhe sequer).

No que diz respeito à  linguagem também achou que não é ainda motivo de preocupação. Disse-nos que aos dois anos as crianças fazem cerca de 24 sons diferentes mas que isso inclui não só as palavras reconhecà­veis como mamã e papá mas também os sons de animais e todos os outros sons que ele utilize para nomear objectos. Não diz cão mas diz ‘uf uf’ quando vê um cão e isso conta como linguagem nesta fase. Ficámos também mais descansados em relação a esta questão.

Por fim examinou-o e viu a garganta que parece efectivamente curada (ao contrário da minha).

De volta à  escola

Hoje o Tiago já foi para a escola. Tomou a última dose de antibiótico e já parece estar bom.

Quando o fui buscar ao fim do dia apanhei um pequeno susto porque o urso dele estava todo molhado no cacifo e pensei logo que tivesse vomitado outra vez. Afinal não. Pelos vistos foi ao bacio masna altura de fazer xixi levantou-se e fez para o chão. Não estando inteiramente satisfeito com o resultado resolveu limpar o chão com o urso.

Para além disso também está na fase de se despir sozinho e a certa altura baixou as calças e a fralda, que estava suja, fazendo uma grande porcaria. A partir de agora tem de passar a ir de body para não conseguir despir-se tão facilmente. E eu que achava que as camisolas interiores eram melhores que os bodies nesta fase precisamente por ser mais fácil despi-lo para o treino de bacio.

Pintura do quarto

Como era preciso desmontar a cama para montar a nova, resolvemos aproveitar para pintar finalmente o quarto. É a única divisão principal da casa que nunca foi pintada nos seis anos em que vivemos aqui e sempre odiei a cor das paredes – um beje sujo nojento da colecção ‘brancos natureza’.

O Tiago foi para casa dos avós passar o dia, já que eles se vão embora de férias e também queriam estar um bocado com ele. Eu ainda tive que ir levar uma encomenda à  Tizmar mas depois lá começámos a desmontar o quarto e preparar-nos para a pintura.

A preparação demora sempre mais tempo do que a pintura e é uma parte chata o suficiente para ficar curada de pintar seja o que for durante uns tempos.

Demos duas camadas e acabou-se a tinta. Eu estava pronta para ficar por aà­ mas como se notava demasiado a transição entre o rolo e a trincha, lá optámos por dormir no chão da sala essa noite para podermos dar mais uma demão na manhã seguinte. Isto porque, sendo feriado, não havia sí­tio onde comprar mais tinta.

Sábado de manhã o Pedro foi comprar a tinta e quando chegou eu fui pintar. O Pobre do Tiago foi obrigado a ficar na sala toda a manhã mas durante a tarde já podia andar livremente pela casa a ‘ajudar’ a arrumar.

Quando acabou a sesta fomos montar a cómoda, que demorou uma eternidade e acabou já à  hora do jantar do Tiago. Depois ainda fomos montar a cama. O Tiago até estava divertido até se sentar na trave da cama e cair para trás. Não se magoou mas ainda bateu com a cabeça na cómoda e fartou-se de chorar. Achámos que era melhor levá-lo para a cama – algo que já tinhamos tentado antes mas que ele se recusou a fazer porque a actividade no quarto ao lado parecia-lhe muito mais interessante.

Por esta altura já só faltava montar o estrado (os sacanas do IKEA são altamente sádicos: é preciso enfiar aquilo tabuinha a tabuinha em duas mangas plásticas laterais – e são dois estrados para uma cama de casal!) e já não fazia muito barulho por isso o Tiago lá adormeceu.

Devo dizer que não dormi mal. Acho que o colchão mais baixo foi a escolha acertada. Acordei toda partida à  mesma mas isso é por ter passado 2 dias a subir e descer do escadote.

A parte mais desagradável é que já tinha as medidas da outra cama instintivamente tiradas e agora passo o tempo a dar caneladas nos cantos, que ainda por cima são bicudos. Já fui comprar protectores de cantos, não pelo Tiago mas porque as minhas pernas têm neste momento uma palete muito colorida de verde, roxo e azul.

Zoo > take 2

O Tiago parecia bastante melhor e o tempo não estava mau por isso aproveitámos a manhã para ir ao Zoo de Lisboa novamente. Fomos há um ano mas o Tiago não ligou nenhuma mas como agora já liga aos animais, imita os sons, etc, pensámos que pudesse gostar mais.

O sucesso da coisa não andou muito longe da anterior visita. O Tiago ignorou os macacos, ainda deu uns sorrisos com os Tigres, porque no fundo são gatos grandes, algo que ele reconhece, apontou para os elefantes, assustou-se com os rinocerontes e interessou-se mais pelas tampas de esgoto e cordas que encontrou pelo caminho do que pelos outros animais.

Já com vontade de voltar para casa, passámos no reptilário, zona onde não tinhamos estado da primeira vez. Aà­, numa zona coberta e com animais mais pequeninos, o Tiago pareceu um pouco mais à  vontade. Gostou de ver as pequenas tartarugas a comer salada e foi dizer ‘olá pá’, a sua frase favorita, a um pequeno lagarto que se aproximou do vidro. Depois esteve muito interessado numa das poucas cobras que se estavam a mexer e saà­mos de lá um pouco menos frustrados.

No fundo acho que o Tiago nunca se tinha apercebido da escala real dos animais que vê pequeninos nos livros e assustou-se um bocado com isso. Mesmo para nós é impressionante ver a altura real de uma girafa, quanto mais para um miúdo de dois anos para quem já é tudo enorme. Quando viu os bichos mais pequenos já se deve ter sentido um pouco mais em controlo da situação.

De tarde fui lanchar com a Carla, que já não via desde o Natal. Foi bom ter um momento de calma e normalidade no meio de uma semana muito complicada. Tenho pena que hoje em dia seja tão complicado encontrarmo-nos porque a Carla é a única verdadeira amiga que tenho e não quero perder isso, mas desde que o Tiago nasceu que se tornou muito complicado tirar uma tarde para podermos por a conversa em dia como costumava fazer.

Visita ao IKEA

A febre do Tiago baixou finalmente, por isso aproveitámos para sair de casa, ao fim de dias de prisão.

O tempo não estava convidativo o suficiente para ir à  praia e estava vento demais para andar a passear na rua com uma miúdo em recuperação pelo que aproveitámos para ir ao IKEA comprar uma cama nova, mais larga do que a actual.

Já tinhamos este plano há pelo menos um ano mas só agora nos decidimos. A nossa cama era muito estreita mas não queriamos ter de substituir os móveis todos. Quando encontrámos uma cama no IKEA que se integrava bem com os restantes móveis do quarto vimos a solução ideal para o nosso problema.

O colchão foi o que deu mais dores de cabeça. Já tinhamos comprado um colchão que era suposto ser firme e no entanto acordamos sempre enterrados na cama. A solução ocorreu-me de repente: temos é que comprar um colchão mais baixo para não afundar. Parece estupidamente óbvio mas nunca tinhamos pensado nisso. Da ultima vez acabámos por comprar um colchão mais alto porque ‘on paper’ parecia o melhor. É cair naquela asneira de presumir que só porque é mais caro é melhor do que os outros.

Desta vez optámos então por um colchão mais baixo mas que acaba por ser mais firme porque não tem muito para onde descer.

O Tiago passou algum tempo a vaguear pela loja e a esconder-se dentro dos roupeiros, feliz por estar fora de casa e poder explorar um sí­tio novo. Adorou enfiar-se nas camas todas, como faz na nossa em casa, e o problema foi convencê-lo a sair.

Desta vez, felizmente, havia tudo o que queriamos e até consegui comprar umas prateleiras extra para as estantes da sala (estantes essas que queriamos em preto mas na altura não havia. Será que consigo pintá-las?)

O mais incómodo é sempre a entrega. Uma cama, mesmo desmontada, é uma coisa grande e não conseguimos enfiá-la no carro. Para além disso, prefiro pagar para me carregarem aquilo até a casa em vez de ser eu a fazê-lo, só que demora uma eternidade a tratar da entrega.

Desta vez foi particularmente mau porque havia pessoas a mandar entregar as coisas mais absurdas, como guardanapos de papel. Enquanto o Pedro planeava matá-los de forma lenta e dolorosa eu tive que andar a entreter o Tiago como pude.

Quando estávamos finalmente de saà­da ainda tive mais um daqueles momentos de nojo à  espécie humana. Uma parva que tinha chegado aos elevadores depois de mim mas que conseguiu ser a primeira a entrar, cortou-se à  minha frente para poder ir imediatamente carregar no botão do elevador, apesar de estarem mais pessoas para entrar, inclusive com coisas grandes no carrinho. Ficou furiosa comigo porque me meti à  frente dela, quando o que eu queria era simplesmente encostar-me a um canto para os outros terem espaço suficiente. É preciso ser muito reles para achar que se safa a pirar-se com um elevador de carga só para ela e ainda ter a lata de mandar olhares raivosos a alguém que a impede de o fazer pelo simples acto de entrar para o mesmo elevador. Há pessoas com muita pressa, coitadas.

Tudo na mesma

O Tiago continua com febre. Está assim desde 6ª feira e continua a chegar aos 39.5. Quando passam mais de 3 ou 4 horas desde o último benuron já vai nos 38.5. Normalmente temos de lhe dar o Brufen ao fim de 4 horas para conseguir controlar a temperatura. Também já vai no 3º dia de antibiótico mas a infecção da garganta está pior. Temos de esperar mais um dia e se não melhorar será necessário mudar de antibiótico.

Eu também continuo doente, com ataques de tosse incontroláveis a noite toda. Não durmo nem deixo o Pedro dormir e tenho momentos em que não consigo parar o suficiente para respirar, o que se torna verdadeiramente aflitivo. Passo a noite a levantar-me para tomar coisas: xarope para a tosse, para a tosse alérgica, anti-histaminico e sei lá mais o quê. Acho que fico pior quando tenho frio e levanto-me para vestir mais uma camisola mas só ao fim de muito tempo é que a tosse finalmente pára e so depois de eu estar ali muito quietinha a tentar ignorar aquela irritação horrà­vel na garganta que teima em não me dar tréguas.

Com isto já vamos a meio da semana de férias e ainda não conseguimos sair de casa.

O primeiro antibiótico

O Tiago está com febre desde sexta feira e hoje confirmou-se que tem uma infecção na garganta. Também deve ter um virus mas como não há mais sintomas não há grande forma de saber.
Temos então de lhe dar antibiótico pela primeira vez. A primeira dose não correu muito bem. Ele recusou-se a comer, estava com a febre a subir por isso tentámos dar-lhe o xarope que também não quis e finalmente o antibiótico teve de ser à  força. Ele faz uma birra desgraçada, grita que se farta, mas ao mesmo tempo não tira os olhos da televisão por isso não me convence que seja uma tortura assim tão grande. Mesmo assim conseguiu manter a gritaria por um tempo record.
Eu não gosto nada de torturar a criança mas a verdade é que, quer ele goste ou não, se não toma os medicamentos não melhora. Por esta altura seria de esperar que já fosse possível explicar-lhe isso, mas pelos vistos não. E como o gajo é teimoso, chega a um certo ponto em que não quer nada só por embirração.
Como é que o resto do mundo consegue dar medicamentos aos miúdos quando eles não querem?

The Moguls

Já vi este filme há algum tempo mas ainda não tinha escrito nada e acho que merece. Não fazia ideia do que era mas li o resumo e pareceu-me interessante – um homem que está constantemente a tentar novos esquemas de fazer dinheiro convence os habitantes de uma pequena cidade a fazer um filme porno. Este tipo de premissa podia dar uma grande fantochada mas conhecendo os filmes anteriores do Jeff Bridges, achei que valia a pena tentar.

Acabei por gostar imenso do filme que está recheado de personagens estranhos mas interessantes e humanos e com uma história invulgar e divertida. Fez-me lembrar um bocado os personagens secundários da série Gilmore Girls, que davam vida à  cidade de Stars Hollow e que, na minha opinião, eram a parte mais interessante da série.

Este é um daqueles filmes em que estamos constantemente à  espera do momento em que vai correr tudo mal – que acontece, claro – mas que apesar disso consegue não se tornar um dramalhão insuportável a partir daà­, mantendo o andamento e o espà­rito positivo do filme até ao final. Acabei de ver o filme com um sorriso nos lábios e a sensação de ter ficado agradavelmente surpreendida.

Adorei o facto de no final do filme aparecer ‘directed by some guy’. Até nos créditos se mantiveram fieis à  história.

I am Legend

Este post tem muitos spoilers, que não costumo fazer, mas como o filme já é antigo arrisco.

Vi no fim de semana o filme I am Legend. Não sabia muito sobre este filme para além de ter uma ideia que era o Will Smith basicamente sozinho no mundo depois do resto da humanidade ter sido exterminada por uma qualquer catástrofe. Tinha receio que fosse uma coisa muito lamechas (com o Will Smith nunca se sabe se é tiros e explosões ou um grande dramalhão) e na altura em que o filme apareceu tinha mais com que me preocupar. Aquilo que não esperava era que fosse um filme de zombies. E mais – até nem é um mau filme de zombies, apesar do final não estar de acordo com o estilo.

O filme tem algumas pequenas falhas (que aposto que são falhas de edição do filme) mas as cenas de suspense estão muito bem feitas e conseguiram enterrar-me na cadeira a prestar atenção ao filme em vez de estar a dobrar arame ou o que quer que seja que costumo fazer enquanto vejo filmes. O nosso primeiro encontro com os zombies, quando o Will Smith anda por corredores escuros sem nós sabermos o que lhe vai aparecer à  frente, é uma óptima cena de suspense para quem gosta de estar ali com o coraçãozinho a bater durante um bocado – apesar de ter passado o tempo a pensar que ele é mesmo muito estúpido. Eu tornei-me muito mais sensà­vel a estas coisas desde que o Tiago nasceu (acho que a maternidade me tornou bastante mais ansiosa e alerta à  possibilidade de perigo, mesmo que simulado no ecrã) por isso estive a roer as unhas durante um bocado.

Tanto nos animais como nos zombies o filme abusa dos efeitos especiais mas não me incomodou. Há outros pormenores que me incomodaram mais. Em primeiro lugar, o casting do Will Smith como o tipo que por acaso é imune ao và­rus e tem de aprender a sobreviver está OK. Nada contra. Mas fazê-lo também militar e também o cientista que procura a cura é que já é demais. Não tenho nada contra o Will Smith. Acho que é um bom actor e tenho visto tanto os seus filmes de acção e comédia como os papeis mais dramáticos e é um actor muito natural. Aquilo que não tem é um ar muito inteligente. Não que pareça estúpido mas não me convence como o cientista brilhante que passa os dias no laboratório. Especialmente porque durante o filme demonstra algumas falhas básicas de raciocà­nio. Por exemplo, quando captura a mulher infectada para a sua experiência mais recente e vê um dos outros a expor-se ao sol, nunca lhe ocorre que este ficou irritado por ele ter capturado a mulher. A nós parece-nos óbvio que é isso que irritou aquele zombie mas ele passa completamente ao lado dessa hipótese falando antes de falta de comida (apesar deles terem acabado de devorar um veado).

Para além disso, também não pára para pensar que se os zombies são assim tão desprovidos de intelecto como ele acha, como é que aprendem o truque do carro, como é que sabem que o manequim será isco suficiente para o interessar, etc? Sei que o homem estava perturbado por causa do cão e tal, mas mais uma vez parece-me um bocado falta de jeito.

E por fim, a conversa sobre deus no final era completamente desnecessária. Compreendo que as pessoas quando estão desesperadas se viram para deus porque precisam de qualquer coisa que lhes dê uma razão para se continuarem a levantar de manhã mas neste caso não era preciso ir por aà­. Um homem que já perdeu tudo porque está obcecado com encontrar a cura também é capaz de fazer o sacrifà­cio final para que o seu trabalho não seja em vão. Bastava o acto heróico simples, não era preciso ouvir vozes.

Finalmente, uma das coisas que pensei durante o filme, numa das partes em que o personagem fala sobre a destruição da humanidade, foi: e ele sabe lá se isto não é apenas a evolução da espécie. Achei piada quando descobri que o livro termina efectivamente dessa forma e tenho pena que o filme não tenha mostrado essa ideia.
Pelos vistos há um final alternativo menos esperançoso e provavelmente mais interessante que tenho de ver se descubro.

à€ espera

Ontem à  noite não conseguia parar de tossir e não queria manter o Pedro acordado a noite toda por isso fui para a sala até conseguir controlar um bocado a tosse. Acabei por adormecer no sofá e só acordei à s 6 da manhã. A partir daà­ já não dormi a sério, levantando-me diversas vezes. Hoje estou um bocado cansada, principalmente porque estou com o nariz entupido e aquela sensação de cabeça a rebentar tà­pica das constipações. Tenho imensa vontade de ir tomar um banho quente ou estender-me um bocado na cama mas não sei a que horas vem o canalizador – que precisei de chamar porque a vizinha de baixou voltou a queixar-se de humidade na casa de banho dela – e preciso de estar disponà­vel a qualquer momento.
Com isto tudo sinto que não tenho feito nada que mereça descrição há uma semana. Ontem acabei um colar feito com argolas de 2,5mm em arame de 0,6mm e que demorou uns dias mas ficou giro. É para um pendente que já tinha feito antes. Assim que tiver disposição para fotografar aviso.
O Tiago já foi para a escola ontem mas voltou a vomitar o almoço. Vamos ver como corre hoje. Espero que não lhe aconteça mais nada porque tenho mais um workshop amanhã de manhã e não posso mesmo ficar com ele em casa.