Primeira semana na creche

Ontem deixei o Tiago ficar na escola para a tarde. Era dia de limpeza e é sempre dificil conjugar sesta com aspirador.

Consegui resisitir a passar o dia a telefonar para lá e quando o fui buscar fiquei triste porque ele estava a chorar. Até comeu bem e chegou a dormir um bocadinho mas depois do lanche começou a sentir a minha falta e estava a choramingar. Fiquei logo a achar que tinha feito tudo mal e que estava a torturar a criança mas pronto. Ando a convencer-me que isso está tudo na minha cabeça e que não posso concluir nada antes de terem passado pelo menos duas semanas.

Ele esteve muito rabujento o resto do dia porque estava com sono mas não queria voltar para a cama, acho que principalmente porque não queria ficar sozinho. Acabei por conseguir aguentá-lo até à  hora do costume mas foi complicado. Por outro lado, jantou lindamente. Não há dúvida que aquela actividade toda lhe abre o apetite.

Hoje começou a chorar assim que nos aproximámos da porta da escola. Quando o deixei ficou a chorar mas a educadora e as auxiliares conseguiram distraà­-lo muito rapidamente. Fiquei a ouvir à  pçorta, num sí­tio onde ele não me conseguia ver e percebi que parou de chorar muito rapidamente.

Continuo a achar que é importante para ele aprender a interagir com outros meninos mas há coisas nos infantários que não gosto nada. Não compreendo porque é que o almoço é à s 11 da manhã já que isso impede que eles entrem na rotina familiar que é algo muito importante mais tarde. Mesmo que seja por causa dos miúdos que chegam muito cedo, um lanche a meio da manhã resolvia essa questão. Para além disso a questão da sesta também me parece que vai dar mais chatices do que benefà­cios porque ele em casa dorme 3 horas e ali vai dormir um máximo de 2 e provavelmente menos. Considerando que ele de noite dorme 12 horas não posso estar a deitá-lo ainda mais cedo e arrisco-me a que ele comece a dormir de menos o que o faz muito irritável.

Ou seja, ele tinha uma rotina que funcionava lindamente e agora está a adaptar-se a outra que o vai por mais cansado com todas as consequencias que isso tem.

Como ainda não estou convencida com esta coisa dele ficar lá o dia todo, tenho que pensar bem se vale a pena. A vantagem da situação actual é que se ele se adaptar bem não há problema, senão, posso sempre voltar atrás sem grandes consequencias. Posso passar a deixá-lo só de manhã outra vez mas sabendo que se tiver de ficar mais tempo também se aguenta porque já ficou.

Hoje vou buscá-lo um bocadinho mais cedo. Vamos ver se já está mais bem disposto.

É claro que agora com o fim de semana pelo meio, quando chegar a segunda feira começa tudo do principio outra vez.

É o paà­s que temos

É preciso lidar com muita gente reles cada vez que nos atrevemos a sair de casa. Hoje de manhã saà­ com o Tiago e dei com uma carrinha estacionada na zona mais estreita do passeio que conseguiu encontrar, bloqueando a passagem. Fiz aquilo que tenho feito sempre que dou com uma situação destas que é perguntar ‘não podia arranjar outro sí­tio para estacionar? Já viu que assim está a bloquear a passagem?’. E até sugeri que se estacionasse cinco metros à  frente, depois da passadeira, já não bloqueava a passagem dos peões.

Sinto que é o meu dever cà­vico chamar a atenção a estacionadores distraà­dos que aparentemente ainda não se aperceberam que o mundo não é só deles e o facto de acharem que têm de estacionar exactamente à  porta do sí­tio onde querem ir porque ter de andar dois metros é quase um crime, independentemente do caos que isso provoque a quem tem de passar por ali, não é um argumento válido.

A carrinha de hoje tinha a agravante de pertencer à  Camara Municipal visto que estava a descarregar materiais para a pintura dos muros da cidade. Acho que a pintura é uma coisa válida e sou completamente a favor de fazer a cidade mais bonita mas não acho que o facto de estas pessoas estarem a fazer o seu trabalho seja desculpa para ignorar todas as regras de transito, estacionamento e educação que lhes apetece só porque ‘estão a trabalhar’. Então e as pessoas que eles incomodam pelo caminho são menos importantes? E desde quando é que é aceitável para os funcionários da câmara insultarem os cidadãos quando estes lhes chamam a atenção para o facto de estarem a comportar-se de forma pouco cà­vica?

Sim, porque a resposta deste condutor foi logo dizer que eu (e aparentemente outros como eu pelo que me pareceu que não será a primeira vez que alguém lhe chama a atenção) somos todos uns egoà­stas e só pensamos em nós próprios. É o que se chama ‘projecção’. Ele pegou no que eu lhe estava a dizer e disse-o de volta de forma menos civilizada, fazendo-se ele de và­tima inocente, negando sempre que fez algo de errado. Como é que é possível viver nesta negação absoluta?

E como é possível acusar-me de egoà­smo quando eu é que tenho que por em risco a vida do meu filho por culpa dele, ao ter de passar pela estrada em vez de pelo passeio onde deveria ir? É que ali nem sequer havia uma passadeira onde eu pudesse atravessar em segurança.

Como penso que os funcionários públicos têm obrigação de se comportar no mà­nimo de forma educada, resolvi escrever uma cartinha à  camara municipal, que será provavelmente ignorada, como é costume, mas paciencia. Sinto que é importante os Portugueses começarem a reclamar quando é caso disso, mesmo em assuntos considerados ‘menores’. Acho que se fosse uma prática comum, mais tarde ou mais cedo os diversos serviços públicos seriam obrigados a começar a prestar um pouco mais de atenção à  forma como fazem as coisas.
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Caros Srs,

Esta manhã, indo a passar a pé na rua D. Sancho I empurrando o carrinho de bebé do meu filho, deparei-me com uma carrinha estacionada no passeio, na zona mais estreita que fica em frente do estádio do Beira Mar. Esta carrinha estava a descarregar materiais para a pintura dos muros da zona pelo que depreendo que pertence à  Camara Municipal.

Quando perguntei ao condutor se não conseguia arranjar um sí­tio melhor para estacionar porque ali estava a bloquear a passagem dos peões, sugerindo até que o podia fazer cinco metros à  frente, depois da passadeira, numa zona em que o passeio era mais largo e que já não bloqueava a passagem, a resposta do senhor foi partir para o insulto dizendo que pessoas como eu são egoà­stas e só pensam nelas próprias.

Independentemente do absurdo do comentário que demonstra um grande narcisismo por parte do vosso condutor e a tà­pica atitude ‘estou a trabalhar por isso faço o que quero’, a minha questão é a seguinte:

Acham aceitável que os veà­culos da camara municipal não respeitem as regras de trânsito e de estacionamento e que os seus empregados se comportem sem um mà­nimo de civilidade? Não acham que deveriam precisamente dar o exemplo e que deveriam educar os vossos empregados de forma a causarem menos e não mais problemas de circulação na cidade?

– Mosaic pendant

– I’ve been meaning to make a mosaic pendant for some time. It’s a great piece for using left-over beads but at the same time it requires a careful selection so that the color and size of all the beads works together. It also needs one or two larger beads that work as focal points because otherwise the finished piece looks bland.

For this mosaic pendant I used blue and purple beads with a few silver plated round beads and bali metal beads in between to add sparkle and detail. The small round beads are great to fill up gaps where larger beads don’t fit.

For the focals I used a large faceted blue bead and a shell/coil-shaped bead in a lighter blue. Together with the large oval purple bead, they form a triangular path for the eye. to travel through.

The frame is almost round but I tried to give it a bit of a lopsided look because I didn’t want the piece to look two neat. The whole point of a mosaic is that it’s supposed to be more organic looking than symmetrical.

The frame is wrapped in the same thin wire that holds the beads in place. This allows for the bail to be made from the two ends of the frame wire wrapped together, making it thicker and stronger than a single wire. It also looks cleaner than wrapping the bail with a thicker wire, in a more traditional wire wrapping sense.

The coils at the ends of the frame wire also link visually with the coil glass bead. I find these little details important even if you don’t really notice them at first.

The end result is perhaps a bit more chaotic than I would have liked and this kind of pendant works better with natural stone beads than glass beads but it was an interesting project.

Terceiro dia na escola parte dois

Quando fui buscar o Tiago, já bastante mais calma, dei com ele perfeitamente normal, tal como ontem. Estava a directora da escola, que gosta de ir dar uma ajuda na sala dos bebés, a limpar-lhe a boca depois de ele ter acabado de comer.

Quando me viu o Tiago começou logo a apontar para a porta mas ainda foi mudar a fralda, etc. e entretanto eu estive a falar com a directora que me deu mais pormenores sobre como foi a manhã dele do que a educadora ou as auxiliares deram até aqui. Eu sei que elas estão sempre ocupadas e que a função delas é tratar dos miúdos e não das mães mas penso que parte da ansiedade que tenho sentido se deve a não saber o que ele faz lá ou como se comporta. E como não quero ser chata também não faço muitas perguntas.

Hoje fiquei a saber que ele andou a brincar com uma bola, que já se aproxima mais dos outros miúdos e vi-o brincar à s escondidas com a educadora com um ar bastante feliz. Fiquei a sentir-me completamente parva por ter tido uma reacção tão exagerada de manhã mas sei que foi uma reacção atrasada. Ou seja, só hoje é que me senti assim porque foi o primeiro dia em que vim para casa sozinha visto que na segunda o Pedro foi comigo e ontem estava em casa quando cheguei, por isso acabei por falar sobre a minha ansiedade e não deixei que se descontrolasse.

Hoje, na escola, como estava com uma pessoa mais comunicativa, aproveitei para fazer perguntas sobre a sesta. Fui ver os meninos que se preparavam para dormir e a directora explicou que começam no berçário e depois, por fases, vão-se habituando a dormir nas caminhas no chão até passarem finalmente para a outra sala. Continuo a não saber se conseguem fazer com que ele fique deitado, mas pelo menos acho que ele se está a integrar bastante bem.

No fundo quem não se está a adaptar sou só eu e não tenho desculpa. Vamos ver se amanhã ganho finalmente coragem para o deixar lá. Como é dia de limpar a casa e ele dorme sempre menos por causa do barulho do aspirador pelo menos tenho desculpa. Assim se não dormir também não seria muito melhor em casa.

Um problema menor neste momento é que ele não larga o ursinho, nem para comer, e o boneco fica todo sujo diariamente. Tenho que o convencer a largá-lo quando chega a casa para o poder lavar e secar mas ele já não aceita outro em substituição. Estou a pensar ir comprar outro igual mas parece-me que ele não se vai deixar enganar.

Terceiro dia de escola

Isto era suposto ir melhorando mas hoje sinto-me mais destruida do que no primeiro dia. Depois de deixar o Tiago a chorar mais uma vez vim eu para casa chorar e ainda não consegui parar.

Ontem, quando fui buscar o Tiago ele estava bem e até já tinha almoçado convenientemente. Comecei a sentir-me um pouco mais confiante. A educadora aproveitou para comentar que ele andava por ali – fora do recinto dos bebés – porque já sabia que estava na hora de o ir buscar e que eles se habituam à s rotinas. Isto veio no seguimento da conversa que tivemos quando eu fui lá pela primeira vez em que ela expressou a opinião que isso de fasear não serve de nada e que é melhor deixá-los logo lá o dia todo porque assim habituam-se mais depressa. Eu optei por deixá-lo só de manhã até ver e percebi que ela não concorda porque acha que assim vai ser necessário todo um segundo periodo de adaptação quando ele ficar também para a sesta e lanche.

Eu percebo a ideia dela e o seu ponto de vista. Se eu vou buscar o Tiago todos os dias à  mesma hora, no dia em que não for ele vai passar toda a tarde em ansiedade sem perceber porque é que eu não estou lá. Fiquei então com a dúvida: será melhor começar já a deixá-lo para a tarde?

Como sou a pessoa mais indecisa e influenciável do mundo estive até hoje a pensar nos dois lados da questão e a tentar pesar o factor egoà­smo – é mais egoista deixá-lo ficar lá para ter mais tempo livre ou não o deixar ficar para eu não ter tanta ansiedade? – para tentar chegar a alguma conclusão.

Por um lado ele parece que fica bem, após o choque inicial. Por outro lado duvido que consigam po-lo a dormir. De qualquer forma em termos de tempo para mim, tenho duas horas de manhã para fazer coisas fora de casa e durante a sesta consigo trabalhar um bocadinho em casa. Não é muito mais do que já tinha mas sempre é qualquer coisa. Continuo a ter algumas limitações (não dá para ir a Lisboa comprar materiais, por exemplo, que é uma coisa que preciso de fazer há meses) mas também é só uma questão de tempo.

A confiança no infantário não é uma questão que se ponha. O Tiago está a agir normalmente, continua a comer e a dormir e nem sequer anda a procurar mais atenção nem tenta passar o tempo todo ao colo. No tempo que passa comigo não notei até agora qualquer alteração de comportamento. Sendo assim, ficar ou não mais tempo no infantário é mais uma questão emocional do que outra coisa. Exactamente porque as crianças se habituam a rotinas é que não me pareceu boa ideia alterar a rotina dele de uma forma tão drástica que implique de repente passar o dia todo longe de mim quando não é preciso. E assim dorme na sua cama em vez de num sí­tio que ele ainda considera estranho.

No entanto, hoje de manhã saà­ daqui praticamente com a certeza que hoje ou amanhã iria experimentar deixar lá o Tiago para a tarde. A rotina matinal decorreu normalmente excepto pelo facto de ele ter comido menos que o costume. Mas foi sentar-se no carrinho sozinho e esteve muito bem até entrar na sala da escola. Aà­ começou a choramingar e não parou até eu me ir embora. Estive a arrumar roupa dele no cacifo, a dobrar o carrinho e depois tive de o entregar a uma auxiliar e sair.

Vim o caminho todo a fazer um esforço enorme para não chorar que só resultou até eu meter a chave na porta. Já nem as tarefas que defini para hoje conseguem evitar a avalanche. Já não consigo fazer de conta que não custa. Sinto que estou a forçá-lo a fazer uma coisa que ele obviamente não quer e já nem consigo ver as razões que levaram a essa decisão.

Já nem consegui pensar na possibilidade de o deixar lá para a tarde, nem hoje, nem amanhã nem no futuro próximo. Enquanto ele não demonstrar que gosta de lá estar ou pelo menos que se sente confortado por alguma das pessoas que lá trabalha, não vou conseguir deixá-lo um dia inteiro.

Agora é com ele.

Segundo dia de escola

Como esperado, hoje foi pior. Primeiro não queria ir para o chão por isso levei-o para a sala e dei-lhe um brinquedo mas assim que me comecei a ir embora ele veio atrás de mim a chorar. Eu disse adeus e saà­ porque não queria prolongar a cena mas fiquei outra vez com um nó na garganta que disfarcei através do riso nervoso, como já é costume.

De volta para casa passei no banco e nos correios e quando cheguei a casa estava cá o Pedro a beber o seu café no quarto vazio do Tiago. Conversámos um bocadinho e ele teve que sair para o trabalho. Eu ia atirar-me à s tarefas domésticas mas não consegui, com a sensação que ele ainda estaria para lá a chorar, por isso telefonei para a escola. Quando atenderam disse logo que era mais uma mãe chata a perguntar se o filhote estava bem. A senhora riu-se e foi ver. Disse-me que ele estava bem e a brincar. Fiquei mais descansada e fui então tratar da lista gigantesca de tarefas da manhã – deitar fora lixo e reciclagem, por roupa a lavar, enviar mail a clientes, etc.

Agora já é quase meio dia e está na hora de me preparar para o ir buscar. No fundo as manhãs não dão para muito. Vamos ver quanto tempo é que demora até ele se adaptar para poder começar o treino de ficar lá durante a sesta. Mas resolvi fazer isto por fases por isso vamos com calma.

Primeiro dia de escola

Depois de uma noite mal dormida levantei-me, vesti-me, fui acordar o Tiago que por qualquer motivo resolveu dormir mais hoje, dei-lhe a papa e fomos os três levar o Tiago ao seu primeiro dia de escola.

Ele entrou para a sala muito calmo e foi directo a um brinquedo. Depois de falar um bocadinho com a educadora dissemos adeus e saimos. Ele ficou a olhar para nós com um ar levemente apreensivo mas não chegou a chorar.

Eu é que saà­ quase a chorar. Na verdade não estava à  espera mas foi muito complicado controlar-me. Saà­ com o Pedro até me sentir novamente mais normal, até porque na rua tinha desculpa para usar os óculos escuros. Depois voltei à  escola porque tinha de pagar a mensalidade mas como havia pessoas a fazer inscrições que demoram mais tempo resolvi tratar disso quando fosse buscar o Tiago.

Como tinha material para comprar para uma encomenda, dirigi-me à  loja mas só abria à s 10 da manhã por isso desisti. Ficou mais uma coisa para tratar mais tarde. Como não estava ainda pronta para voltar para casa acabei por ir mesmo ao cabeleireiro. Acho que a última vez que fui cortar o cabelo foi há quase um ano, depois do desastre das madeixas, por isso estava mesmo a precisar. A cabeleireira entusiasmou-se um bocado demais, porque as pontas pintadas estavam mesmo com muito mau aspecto, e por isso ficou ligeiramente mais curto do que eu queria mas que se lixe. Como agora só volto a cortar daqui a mais um ano vai ter muito tempo para crescer 🙂

Fui finalmente para casa mas estive ocupada a fazer coisas como pagar a segurança social, por isso não tive muito tempo para pensar no assunto.

Quando se acabaram as tarefas mais obvias em casa, fui tratar das outras coisas que tinha na lista – pagar a garagem, ir à  farmácia, comprar papel para a impressora de fotos, encomendar lentes de contacto e comprar os materiais que precisava para uma encomenda. Nada de emocionante mas manteve-me ocupada até serem horas de ir buscar o Tiago.

Cheguei um pouco antes da hora porque ainda queria ir tratar do pagamento e ele estava a almoçar. Quando acabou fui buscá-lo. Estava a choramingar mas nada de muito grave. Perguntei como tinha corrido a manhã mas não me deram muitos pormenores. Disseram só que não tinha comido muita sopa nem fruta e só quando eu perguntei como tinha sido com os outros miúdos é que a educadora disse que ele tinha passado o tempo todo num canto agarrado ao ursinho, afastado dos outros. Era o que eu estava à  espera. Ele sente-se intimidado pelos outros miúdos porque não está habituado mas pelo menos não me disseram que passou o tempo todo a gritar.

No geral, para primeiro dia, acho que não correu muito mal. Suponho que amanhã seja mais complicado vir-me embora mas espero que mais para o final do mês ele comece a ver aquilo como uma coisa normal. Custa-me deixá-lo mas penso que ele vai aprender coisas importantes com a experiencia, mesmo sendo um bocado angustiante de inicio.

Viemos então para casa. Dei-lhe sopa e fruta e deitei-o para a sesta. Reagiu normalmente, sem qualquer problema.

Durante a sesta dele ainda consegui começar uma gargantilha que tenho encomendada e que vai demorar dias a fazer mas pelo menos está começada.

Durante o resto da tarde estivemos a brincar como normalmente e o Tiago começou a subir para as cadeiras sem ajuda. É mais perigoso do que subir para o sofá por isso agora tenho que ter muita atençao durante os próximos dias.

Continuo muito nervosa e já a pensar em como será amanhã.